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	<title>Cinéfilos &#187; 2</title>
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	<description>Blog de cinema com cr&#237;ticas e coment&#225;rios sobre filmes</description>
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		<title>Piratas do Caribe 4: Navegando em Águas Misteriosas</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 19:23:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leitor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Direção: Rob Marshall. Elenco/Vozes: Johnny Depp, Penélope Cruz, Geoffrey Rush, Ian McShane, Sam Claflin, Astrid Berges-Frisbey, Kevin McNally, Keith Richards. Mesmo notórios cinéfilos e críticos reconhecem o poder da série Piratas do Caribe, que acaba de deixar de ser uma trilogia para navegar em águas misteriosas. Sendo um filme da Disney sobre uma atração em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Direção: Rob Marshall.<br />
Elenco/Vozes: Johnny Depp, Penélope Cruz, Geoffrey Rush, Ian McShane, Sam Claflin, Astrid Berges-Frisbey, Kevin McNally, Keith Richards.</em></strong></p>
<p>Mesmo notórios cinéfilos e críticos reconhecem o poder da série Piratas do Caribe, que acaba de deixar de ser uma trilogia para navegar em águas misteriosas. Sendo um filme da Disney sobre uma atração em um parque de diversões, foi uma imensa surpresa para milhões de espectadores quão bem os primeiros filmes funcionaram. O crédito principal vai claro ao protagonista, o Capt. Jack Sparrow, que rapidamente virou um dos grandes nomes do cinema. Johnny Depp o interpreta com extrema astúcia em todos os filmes, incluindo esse quarto. Mas as histórias, por mais mentirosas, exageradas que fossem, tinham sempre um fundamento interessante, um pouco de filme sério (seja no drama, na trilha sonora pesada, no suspense). Não era o típico blockbuster, era algo mais.</p>
<p>Porém os cinestas não conseguiram manter a criatividade e qualidade durante a sequência dos filmes, que pouco a pouco foram se tornando mais instáveis do que deveriam. E se o terceiro filme foi considerado o pior da trilogia, ele surpeendeu em boa parte por ter um tom mais sombrio, um certo peso dramático muitas vezes ausente em blockbusters. Isso, e os efeitos mais espetaculares do que nunca, sustentaram o filme.</p>
<p>O quarto filme infelizmente não tem um ás na manga. Ele tenta manter o que funcionou nos primeiros filmes, mas sem a mesma competência. O diretor Rob Marshall, que pessoalmente não sou fã (não tendo gostado dos seus musiciais e descordando fortemente do Oscar para Chicago), até faz um trabalho honesto e tenta deixar de lado suas marcas registradas, mas não consegue manter o mesmo clima e ritmo de Gore Verbinski. E se muitos comemoraram a saída de Orlando Bloom e Keira Knightley do elenco, a verdade é que o novo casal coadjuvante proposto no filme (o clérico e a sereia), não tem a mesma química e acabam sendo coadjuvantes demais. Por serem menos focados e trabalhados, não passam vergonha (como passaram o casal anterior em tantos diálogos tolos), mas também não agradam. Uma pena, pois principalmente o personagem do clérico preso num navio pirata poderia ter sido melhor aproveitado.</p>
<p>Todas as fichas parecem ter sido apostadas mesmo nas entradas de Penélope Cruz e Ian McShane, como a ex-amante Angelica e seu suposto pai, o terrível Barba Negra. E se Jack Sparrow e os piratas &#8220;figurantes&#8221; continuam fazendo um bom trabalho no filme, me parece que é aqui a grande falha do filme. Penélope está obviamente muito bem no papel e convence como amante, &#8220;donzela&#8221; e heroína. Mas isso não significa que seu papel é bem aproveitado, sendo forçoso na maior parte do filme e tomando ações que simplesmente não convencem. E principalmente o Barba Negra, supostamente o mais terrível pirata dos mares, se empaliderecia perante o ex-capitão do Holandês Voador, Davy Jones, que além de ser apresentado no segundo e terceiro filme como muito mais maldoso e sombrio, tem uma história bem convincente de amor, traição e armargura. Já o Barga Negra soa tolo, muitas vezes perdido em cena, além de extramente instável &#8211; mesmo quando faz o que o filme trata como uma &#8220;atrocidade&#8221;, a verdade é que ele não assusta ninguém, chegando a beirar o cômico em algumas cenas. O excelente Ian McShane pouco pode fazer para salvar o personagem, trabalhado erroneamente pelos roteiristas e com isso traindo o quarto filme que fica sem um vilão digno da série, que teve com Capitão Barbossa, Davy Jones e Cutler Beckett vilões de fazer inveja a qualquer filme.</p>
<p>Com isso o destaque do filme se reduz a seu elenco, que conta ainda com Geoffrey Rush mais uma vez excelente no papel de Hector Barbossa, dessa vez trazendo também um certo tom cômico ao personagem. Os efeitos são bons mas não chamam atenção como nos primeiros filmes, e apesar do filme ter ação quase ininterrupta e ser o mais curto dos quatro, é de longe o mais tedioso da série. As lutas, coreografias, além das famosas escapadas &#8220;improvisadas&#8221; do capitão Jack, nada convence como nos outros.</p>
<p>Mas não se preocupe. Os verdadeiros fãs de Jack Sparrow e da série, junto daqueles que se encantaram com a trilogia inicial, não sairão totalmente desapontados. Talvez não justifique o caro ingresso 3D (que não paguei), mas não deixa de divertir e levar a frente a série, que parece apenas um pouco desgastada. Um retorno de Gore Verbinski a série ou o infalível remédio dos anos pode justificar ainda um quinto filme, no futuro, mais interessante.</p>
<p><em><strong><a href="http://bodeproducoes.wordpress.com" target="_blank">Bodão</a></strong></em></p>
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		<title>Thor</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jun 2011 14:42:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jedi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Direção: Kenneth Branagh. Elenco/Vozes: Chris Hemsworth, Natalie Portman, Tom Hiddleston, Anthony Hopkins, Stellan Skarsgård, Kat Dennings, Rene Russo. Quem é Thor no jogo do bicho? Um personagem dos mais desinteressantes já vistos. Filho de rei, fortão, loiro, cujo grande poder é segurar e arremessar um martelo. Convenhamos, resumidamente é isso mesmo. Logo no início, somos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Direção: Kenneth Branagh.<br />
Elenco/Vozes: Chris Hemsworth, Natalie Portman, Tom Hiddleston, Anthony Hopkins, Stellan Skarsgård, Kat Dennings, Rene Russo.</em></strong></p>
<p>Quem é Thor no jogo do bicho? Um personagem dos mais desinteressantes já vistos. Filho de rei, fortão, loiro, cujo grande poder é segurar e arremessar um martelo. Convenhamos, resumidamente é isso mesmo. Logo no início, somos apresentados às duas crianças, que só faltava ser um negro e um branco pra ficar mais maniqueísta e racista. Óbvio que o loirinho é “do bem” e o outro o malvado. Crescendo à sombra do seu pai Odin, Thor não aprende nada de valor com os ensinamentos e discursos do pai. Tornando-se assim um playboy mimado com o seu martelo fodão.</p>
<p>Enchendo a cara num posto com os amigos perto da cidade de ouro, Thor resolve revidar uma pequena invasão feita pelo povo de gelo. Seu irmão de leite, Loki, sempre com cara de “eu sou o vilão”, faz parte do bando da galera, mas sempre se sentindo um cubo de gelo fora da forma. Thor e sua gangue pegam o carro do pai e saem cantando pneu pra cidade, em busca de arruaça e confusão. Começa o quebra pau, Thor sempre martelando o martelão. Quando a coisa fica feia, eis que surge Odin, que resolve por panos quentes na parada e traz a molecada pra casa.</p>
<p>Depois de cortar a mesada, tomar a chave do carro, esconder o PS3, Odin dá o pior castigo do mundo ao seu filhote: manda-o ao inferno, ou seja, a Terra. Além disso, roga uma praga de que ele só poderá pegar seu amaciador de carne quando for digno de fazer um filet. Chegando a Terra, Thor é premiado com a melhor coisa do filme, um atropelamento da Natalie Portman, que depois de fazer Cisne Negro pensou: quero agora um filme que não precise pensar.</p>
<p>E é nesse contexto que surge a &#8220;Jar Jar Binks&#8221; do filme. Uma menina peituda (oba!) fazendo piadas sobre facebook, ipod, e outras coisas que daqui a alguns anos vai ter o mesmo significado de um walkman pra uma criança de 10 anos hoje (2011). Algumas pessoas riram durante as piadas, e tocaram levemente seus bolsos em busca do seu precioso ipod.</p>
<p>Disputando espaço com a SHIELD, Thor tenta ser um cozinheiro digno e merecer o seu amaciador de carne. Por sorte ele assistiu algumas horas de Ana Maria Braga e conseguiu. Então martela o martelão, vou te botar na roda e fazer muita pressão. Enquanto isso, na sua terra natal dourada, seu irmão Loki está tocando o terror. Aproveitando que seu pai tomou um antidepressivo para suportar as peripécias feitas por Thor, Loki dá uma de vilão dos Power Rangers e manda um robô gigante matar seu irmão.</p>
<p>Thor precisa pegar o próximo vôo pra casa. Chegando lá tem uma luta tipo pedra papel e tesoura com seu mano de gelo, e acaba destruindo a ponte do orgulho gay, consequentemente o acesso à Terra ou qualquer outra estação de metrô. Ou seja, adeus Copa do Mundo no Brasil. Odin acorda e diz estar orgulhoso de Thor, mas quem não estaria, em apenas dois dias o cara mudou da água ao vinho. Thor termina o filme conversando com o porteiro, que por sua vez tem ouvido de tuberculoso, e consegue ouvir Portman na terra. Thor pergunta: o que ela esta fazendo? E o porteiro responde: Chorando. Thor continua: Por mim? Porteiro conclui: Não, por ter participado da merda desse filme.</p>
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		<title>Rio</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Apr 2011 19:42:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jedi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Direção: Carlos Saldanha. Elenco/Vozes: Leslie Mann, Kelly Keaton, Jesse Eisenberg, Wanda Sykes, Jane Lynch, Rodrigo Santoro, Jamie Foxx, Will i Am, Phil Miler, Anne Hathaway. Ainda marcado pelos filmes da franquia &#8220;A Era do Gelo&#8221;, Carlos Saldanha tem a chance de provar que não entende apenas de sair de uma fria. Rio começa bem colorido, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Direção: Carlos Saldanha.<br />
Elenco/Vozes: Leslie Mann, Kelly Keaton, Jesse Eisenberg, Wanda Sykes, Jane Lynch, Rodrigo Santoro, Jamie Foxx, Will i Am, Phil Miler, Anne Hathaway.</em></strong></p>
<p>Ainda marcado pelos filmes da franquia &#8220;A Era do Gelo&#8221;, Carlos Saldanha tem a chance de provar que não entende apenas de sair de uma fria. Rio começa bem colorido, com pássaros sambando e uma paisagem espetacular do Rio do Janeiro. De repente a festa dos pássaros acaba, e muitos são presos por contrabandistas de aves exóticas. Durante a distribuição das aves pelo mundo, Blu, a pequena ararinha protagonista do filme, cai do caminhão em algum lugar que certamente não é o Rio (legenda bem humorada NOT RIO). Reparem na traseira do caminhão as ranhuras do mecanismo de abrir e fechar a porta do caminhão, um exemplo claro da preocupação com o visual e detalhes do filme. Diga-se de passagem, bacana.</p>
<p>Mas, infelizmente, Rio fica preso as preocupações visuais, e traz um roteiro fraco, que mal consegue justificar a necessidade de certas cenas, como por exemplo, atravessar a Sapucaí pra chegar a uma pista de pouso e decolagem meio clandestina. Bem como a participação dos tais macaquinhos ladrões, que estão completamente desconexos à história. Sem contar que certamente os brasileiros vão achar estranha a escolha de macacos ladrões. Nem vou imaginar que isso foi feito com esse objetivo, me recuso. Não, isso não, mas certamente poderemos dizer que Saldanha tem uma visão nostálgica do Rio de Janeiro, pois apesar de brasileiro, aparentemente não tem visitado muito o seu país. Ficou mais preocupado em mostrar os postais da cidade, funcionando mais como um guia turístico do que como filme.</p>
<p>Saldanha adota uma postura muito caricata para retratar o Brasil, começando desde o cachecol verde e amarelo, até os exageros carnavalescos dos personagens masculinos. Reparem que todo personagem masculino tem uma fantasia pra soltar a franga no carnaval, até o Buldogue tem essa característica, além de trazer outro pitoresco e caricato símbolo brasileiro. Embora esboce uma crítica social ao exibir com detalhes uma favela, não aprofunda no tema, somente uma bela cena que mostra um garotinho em cima de um telhado, e por trás o plano de fundo da cidade maravilhosa. Deixando claro nosso país de contrastes. No resto é samba, futebol, redentor e pão de açúcar.</p>
<p>Diferente do seu protagonista, Blu, Carlos Saldanha entrou numa fria, mas não conseguiu sair. Com um roteiro fraco e uma direção com foco específico, mergulhou em personagens pouco interessantes, inventando situações para mostrar os pontos turísticos que não cabiam na história. Enfim, ele usou os macacos, mas acabou pisando na casca da banana.</p>
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		<title>Meu Malvado Favorito</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Apr 2011 19:45:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jedi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Direção: Pierre Coffin, Chris Renaud. Elenco/Vozes: Danny McBride, Jack McBrayer, Julie Andrews, Will Arnett, Jason Segel, Russell Brand, Steve Carell, Kristen Wiig. Gru é o nome do malvado favorito citado no título do filme em português. Personagem este que parece ter sido “inspirado” em algum membro da família Adams, algo próximo ao tio Chico. Mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Direção: Pierre Coffin, Chris Renaud.<br />
Elenco/Vozes: Danny McBride, Jack McBrayer, Julie Andrews, Will Arnett, Jason Segel, Russell Brand, Steve Carell, Kristen Wiig.</em></strong></p>
<p>Gru é o nome do malvado favorito citado no título do filme em português. Personagem este que parece ter sido “inspirado” em algum membro da família Adams, algo próximo ao tio Chico. Mas obviamente, “seguindo” a linha das animações, traz traços físicos do seu dublador Steve Carell. Logo no início somos levados a crer que esse cara não é tão malvado assim, reparem a cena em que um garotinho derruba a bola de sorte no chão. Essa dúvida não dura muito tempo, e Gru é categoricamente retratado como sombrio.</p>
<p>Gru não tem um carro, ele usa uma nave, e sai destruindo tudo que fica pela sua frente, demonstrando claramente que não se importa com nada a não ser seu objetivo, no caso comprar café. Sua casa lembra o castelo do Drácula, mas fica entre casas normais e coloridas. Sua grama não é verde, e seu cachorro não é um bichinho bonitinho.</p>
<p>Reconhecidamente o maior vilão da atualidade, Gru vê seu reinado em xeque após a revelação de um grande roubo. Resolve então por em prática um plano ainda mais ambicioso. Mas para isso, será necessário um empréstimo bancário. No banco vemos a figura do gerente com traços diabólicos, que só não confundido pelo próprio, pois esse deve ser o dono. Gru tem o empréstimo negado, e o gerente alega que precisa de garantias e, além disso, alerta para existência de novos vilões, jovens e mais ambiciosos.</p>
<p>Corroído de inveja, como se fosse um choque de gerações, Gru, da “escola antiga” se recusa a acreditar que aquela criatura de aparência boba pudesse ser capaz de ser um vilão melhor (pior?) que ele. E é nesse meio tempo que surgem as meninas do orfanato, responsáveis pela emissão dos sonoros “oh” por parte da platéia, obviamente pelos destacados e tocantes olhos grandes, comumente usados para representar os bonzinhos nas animações (o gato de botas em Shrek).</p>
<p>Outro ponto utilizado para causar expressões cômicas e sentimentais são os ajudantes do laboratório de Gru, liderados por uma figura pitoresca, por não dizer dantesca, de um velhinho cientista. Esses “Umpa Lumpas” funcionam razoavelmente bem para partes cômicas do filme, bem como para a dinâmica da relação entre Gru e as meninas. Relação esta que surge inicialmente como parte do plano de Gru para derrubar seu inimigo, mas que suavemente vai se desenvolvendo ao ponto de ser considerado um malvado favorito.</p>
<p>Meu Malvado favorito segue a “cartilha” das animações no que se refere à estrutura, personagens e referências a outros filmes. E talvez por isso tenha pecado tanto, pois soa como uma preguiça misturada com falta de criatividade. Convenhamos que não seja uma tarefa fácil competir com a Pixar, mas não justifica fazer filme ruim por conta disso.</p>
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		<title>Fúria de Titãs</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 23:22:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jedi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Direção: Louis Leterrier. Elenco/Vozes: Sam Worthington, Pete Postlethwaite, Mads Mikkelsen, Gemma Arterton, Alexa Davalos, Ralph Fiennes, Liam Neeson. Reza a lenda que Fúria de Titãs (1981) se tornou um clássico e permanece na memória nostálgica de muitos marmanjos até hoje. Na falta de novas idéias, eis que chega a hora de sua refilmagem. Pegando a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Direção: Louis Leterrier.<br />
Elenco/Vozes: Sam Worthington, Pete Postlethwaite, Mads Mikkelsen, Gemma Arterton, Alexa Davalos, Ralph Fiennes, Liam Neeson.</em></strong></p>
<p>Reza a lenda que Fúria de Titãs (1981) se tornou um clássico e permanece na memória nostálgica de muitos marmanjos até hoje. Na falta de novas idéias, eis que chega a hora de sua refilmagem. Pegando a onda de Avatar, Fúria de Titãs (2010) traz Sam Worthington no papel de Perseu. Tem também Liam Neeson, como sempre, num papel imponente e cheio de sabedoria, nada mais nada menos do que Zeus.</p>
<p>Infelizmente, ou felizmente, depende do ponto de vista, não vi ou sequer me lembro de ter visto o primeiro filme, por isso, não posso fazer comparações. De qualquer forma, adianto que não gostei da nova versão. Achei a introdução dos personagens muito resumida, parecendo um flashback. Perseu sai de criança e se torna filho de Zeus em poucos minutos, e não dá nem tempo você sentir o lado meio humano do personagem, que foi substituído pela frase “Tenho tudo que preciso aqui”.</p>
<p>A edição não peca apenas na introdução dos personagens, mas praticamente no filme inteiro. O filme ficou curto demais e talvez por isso a falha na edição. Não dá pra saber se foi pouco material filmado ou se a culpa é realmente da edição. A verdade é que se tornou um filme mecânico demais. A reação de Perseu ao saber que é filho de Zeus lembrou muito a de Anakin ao se tornar Darth Vader. A transformação de pescador a gladiador também não foi das mais bem elaboradas.</p>
<p>A espinha dorsal do roteiro é a revolta dos humanos contra os Deuses. Liderados por Perseu, recém achado no mar, um grupo de valentões partem em busca de uma forma de derrotar o temido Kraken. O clímax deveria ser a aparição do Kraken, mas infelizmente quando se espera uma luta digna de Kratos (God of War) temos apenas uma cena curta e sem criatividade. Já o final é quase uma piada, Zeus surge e dá carro, mulher e dinheiro ao filho e diz: &#8220;curta com cuidado&#8221;.</p>
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		<title>Amor Sem Escalas</title>
		<link>http://cinefilos.interativo.org/filmes/2010/03/amor-sem-escalas/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 13:07:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chefe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Direção: Jason Reitman Elenco: Anna Kendrick, Danny McBride, Vera Farmiga, Melanie Lynskey, George Clooney. Trata-se de mais um filme clichê sobre romances (possíveis e impossíveis), desentendimentos amorosos e um tanto de auto-ajuda embutida em quase todos os diálogos. É o estilo que se convencionou chamar de &#8220;comédia romântica&#8221;. O filme não chega a ser tão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Direção: Jason Reitman<br />
Elenco: Anna Kendrick, Danny McBride, Vera Farmiga, Melanie Lynskey, George Clooney.</em></strong></p>
<p>Trata-se de mais um filme clichê sobre romances (possíveis e impossíveis), desentendimentos amorosos e um tanto de auto-ajuda embutida em quase todos os diálogos. É o estilo que se convencionou chamar de &#8220;comédia romântica&#8221;.</p>
<p>O filme não chega a ser tão ruim, mas também não empolga. Clooney vive um cara que passa a maior parte do tempo viajando por conta do seu trabalho: demitir pessoas. Seu maior hobby é colecionar milhas, em busca de um grande número mágico de milhas que lhe dará benefícios ultra especiais (e eternos) na empresa áerea. Lógico que por conta desse vai-e-vem interminável ele não tem lar fixo, em todos os sentidos do termo, mas não liga muito pra isso, já que se mostra também uma pessoa avessa a relacionamentos que o possam prender em terra firme.</p>
<p>Claro que essa rotina vai ser quebrada por uma série de eventos, incluindo aí um romance feito de encontros em hotéis. E claro que isso também vai se tornar uma&#8230; Bom, é melhor parar por aqui sob pena de contar o filme todo em um único parágrafo e atrapalhar a diversão daqueles que acham que tem alguma diversão nesse tipo de filme.</p>
<p>Do mesmo diretor de <a href="http://cinefilos.interativo.org/filmes/2008/01/juno/">Juno</a>, o filme chega a ter algums momentos legais, como a sequência introdutória onde o diretor usa de ótimos recursos para mostrar a rotina do personagem em mais uma de suas inúmeras viagens. Mas é só.</p>
<p>Uma coisa que incomoda um pouco é a questão do marketing da empresa áerea. Eles não perdem oportunidade de fazer jabá da empresa, do seu modus operandi, da sua relação com os clientes que voam muito e etc. No começo parece legal, já que se trata de um dos objetivos de vida do personagem de Clooney chegar ao topo do mundo das milhagens, mas com o tempo se torna desnecessário. Faz pensar que o filme foi comprado, literalmente.</p>
<p>Por conta da presença do George Clooney as mulheres vão dizer que vale a pena ver o filme de qualquer jeito. Bom, gosto não se discute mesmo.</p>
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		<title>9 &#8211; A Salvação</title>
		<link>http://cinefilos.interativo.org/filmes/2009/11/9-a-salvacao/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 12:38:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chefe</dc:creator>
				<category><![CDATA[2]]></category>

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		<description><![CDATA[Direção: Shane Acker. Vozes: Elijah Wood , John C. Reilly , Jennifer Connelly , Crispin Glover , Martin Landau, Christopher Plummer, Fred Tatasciore, Alan Oppenheimer, Tom Kane, Helen Wilson. O mercado de filmes de animação tem crescido muito nos últimos tempos. Primeiro porque é uma mercado focado basicamente em crianças, que hoje em dia são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Direção: Shane Acker.<br />
Vozes: Elijah Wood , John C. Reilly , Jennifer Connelly , Crispin Glover , Martin Landau, Christopher Plummer, Fred Tatasciore, Alan Oppenheimer, Tom Kane, Helen Wilson.</em></strong></p>
<p>O mercado de filmes de animação tem crescido muito nos últimos tempos. Primeiro porque é uma mercado focado basicamente em crianças, que hoje em dia são os reis do consumo mundial. Elas adoram ir ao cinema para ver os desenhos animados na tela grande e dar muitas risadas.</p>
<p>Segundo porque a tecnologia atual permite filmes belíssimos, com animações perfeitas e ricas em detalhes. A cada novo filme de animação uma nova tecnologia é incorporada e isto permite uma nova experiência nas telas do cinema. Mas este lado do mercado está mais focado nos adultos, mais exigentes quanto aos detalhes e quanto a estória, mais sedentos por filmes complexos.</p>
<p>São muitos os bons exemplos em cada uma destas vertentes, mas o problema é quando aparece um filme que não está de lado nenhum. Ou seja, não agrada nem às crianças nem aos adultos. Apresento-lhes &#8220;9 &#8211; A Salvação&#8221;. Não agrada às crianças porque não é um filme bonitinho, feito para rir e divertir. Os personagens são feios, travam diálogos complexos e vivem aventuras que não estimulam os sentidos dos pequenos. E não agrada aos adultos porque, apesar da parte tecnológica bem feita, tem uma estória simplória, um roteiro sem grandes pretenções, diálogos extremamente chatos e visual bonitinho demais.</p>
<p>Mesmo contando com Tim Burton na produção (seja lá o que isto signifique) o filme não consegue empolgar. A sensação é de que o filme todo é simples demais, muito curto, e explora muito pouco a estória. Como são apenas 79 minutos de animação poderíamos pensar em um filme maior mas não dá pra acreditar que seria melhor. Acho que seria até mais chato já que o filme é muito repetitivo se atendo a momentos de emoção previsíveis.</p>
<p>O lado sombrio da animação, que foi uma das características muito alardeadas no trailler e estaria associada à presença de Tim Burton nos créditos, simplesmente não existe. O mundo onde vivem os bonecos de pano é um mundo destruído mas nem por isto é um cenário de botar medo em alguém. Os próprios bonecos acabam sendo visualmente muito simpáticos, o que mata qualquer pretenção que o roteiro tivesse de ser sombrio, ou coisa parecida.</p>
<p>Em resumo é uma animação fraca que, na minha opinião, pecou por não ter se aprofundado na estória e não ter dado uma visão realmente adulta aos personagens. Podemos dar um desconto pelo fato de ser a estréia de Shane Acker na direção e pelo fato do filme ser uma extensão do curta metragem que o diretor apresentou como projeto de final de curso na faculdade de cinema.</p>
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		<title>Substitutos</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 21:29:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jedi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Direção: Jonathan Mostow. Elenco/Vozes: Rosamund Pike, James Cromwell, Ving Rhames, Radha Mitchell, Bruce Willis. Alguns roteiristas esquecem que uma ficção científica não precisa necessariamente ser um filme de ação. Que não basta vomitar as leis da robótica e chamar o Will Smith pra dar bordoadas e tiros. Depois não entendem porque Blade Runner vem sendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Direção: Jonathan Mostow.<br />
Elenco/Vozes: Rosamund Pike, James Cromwell, Ving Rhames, Radha Mitchell, Bruce Willis.</em></strong></p>
<p>Alguns roteiristas esquecem que uma ficção científica não precisa necessariamente ser um filme de ação. Que não basta vomitar as leis da robótica e chamar o Will Smith pra dar bordoadas e tiros. Depois não entendem porque Blade Runner vem sendo cultuado durante tantos anos. Uma boa ficção científica precisa levantar questões e impactos sobre a humanidade e o universo, ir além de sua simples premissa de ir ao futuro e imaginar cenários.</p>
<p>E olha que a premissa desse filme não é ruim. Muito pelo contrário, bem interessante. E seus desdobramentos não são dos piores. A humanidade vive numa época que é possível controlar membros mecânicos com o poder da mente. E esse poder vai além de braços e pernas, as pessoas podem controlar um robô inteiro. O que isso implica? As pessoas ficam em casa controlando seu avatar.Obviamente todos escolhem versões melhoradas (mais jovens e mais bonitas), destaque para o cabelinho nojento do Bruce Willis. A violência diminui consideravelmente, e outra série de conseqüências ocorre.</p>
<p>Por falar em violência, entra o impasse causado pela morte de dois operadores através da morte de seus robôs. E de repente temos um filme de ação com todos os seus possíveis clichês. Willis vive um policial deprimido pela morte de filho (oh!). As reviravoltas do roteiro são fracas, e os estereótipos rolam soltos. Em nenhum momento empolga, e não passa de uma fic-ação pseudo-científica. </p>
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		<title>Os Estranhos</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Oct 2008 19:11:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jedi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Direção: Bryan Bertino. Elenco/Vozes: Liv Tyler, Scott Speedman, Gemma Ward, Kip Weeks, Laura Margolis, Alex Fisher, Peter Clayton-Luce, Glenn Howerton. Que eu não gosto de filme de terror é notório. Não é nem que eu não goste, mas alguém deve concordar comigo que grande parte dos filmes desse gênero não vale uma pipoca molhada. Então [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Direção: Bryan Bertino.<br />
Elenco/Vozes: Liv Tyler, Scott Speedman, Gemma Ward, Kip Weeks, Laura Margolis, Alex Fisher, Peter Clayton-Luce, Glenn Howerton.</em></strong></p>
<p>Que eu não gosto de filme de terror é notório. Não é nem que eu não goste, mas alguém deve concordar comigo que grande parte dos filmes desse gênero não vale uma pipoca molhada. Então o que poderia me fazer assistir um filme assim? Provavelmente saber que tem a Liv Tyler no elenco, e não somente pela sua beleza, mas pela mórbida curiosidade de ver aquele rostinho elfo num filme de terror.</p>
<p>Infelizmente o filme cai no clichê de todos os outros, peca na falta de história, seria uma crítica sobre a violência gratuita e sem sentido? Ou seria apenas isso mesmo? Difícil imaginar a primeira opção, muito menos quando começa dizendo que é baseado em fatos reais, o que não muda em nada minha opinião.</p>
<p>Tentando sempre assustar aumentando o volume do som, ou mostrando pessoas com máscaras por trás de suas vítimas, Os Estranhos não rende uma boa trama, e só assusta com esses cenários citados. Nem sei se vale a pena fala do roteiro, mas resumidamente é um filme sobre nada, nada está acontecendo, sem razão alguma, e quando termina se confirma quanta bobagem tem no filme.</p>
<p>No fim das contas, esse tipo de filme só funciona pra ter raiva. Ficar a todo instante pensando “por que ele fez isso? Sai daí. Corre.”. Enquanto o roteirista/diretor tenta justificar as razões para que isso não aconteça. Mas é claro que eu posso estar totalmente errado.</p>
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		<title>Quebrando a Banca</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 18:39:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chefe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Direção: Robert Luketic. Elenco/Vozes: Kevin Spacey, Laurence Fishburne, Kate Bosworth, Jim Sturgess, Masi Oka. Bom, vamos logo separar aqueles que vão gostar do filme, daqueles que irão odiá-lo. Se você está interessado em uma comédia superficial (ou seria um drama?), repleta de clichês e com um roteiro sofrível, simplório e cheio de reviravoltas no final, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Direção: Robert Luketic.<br />
Elenco/Vozes: Kevin Spacey, Laurence Fishburne, Kate Bosworth, Jim Sturgess, Masi Oka.</em></strong></p>
<p>Bom, vamos logo separar aqueles que vão gostar do filme, daqueles que irão odiá-lo. Se você está interessado em uma comédia superficial (ou seria um drama?), repleta de clichês e com um roteiro sofrível, simplório e cheio de reviravoltas no final, então você está preparado para acompanhar as aventuras e desaventuras de Ben Campbell.</p>
<p>Ben é um aluno aplicado e inteligente do MIT, mas que precisa arrumar muito dinheiro para bancar a faculdade. Então ele se envolve com um grupo, capitaneado por um professor, que desenvolve um método matemático para jogar Black Jack (o famoso 21) nos cassinos de Las Vegas e aumentar a possibilidade de enriquecer.</p>
<p>Lógico que isto envolve se afastar dos seus amigos nerds, mentir para a mãe, se apaixonar pela gatinha do grupo, fazer besteira, ir ao fundo do poço, e voltar com tudo, depois de ter a ajuda dos seus verdadeiros amigos.</p>
<p>Mais clichê impossivel. A estória é baseada no livro &#8220;Bringing Down the House&#8221;, de Ben Mezrich, que foi inspirado em uma estória real, mas ganhou tons hollywodianos pelas mãos do diretor Robert Luketic, o mesmo de Legalmente Loira. Não dava para esperar mais que isto mesmo.</p>
<p>O único ponto que pode ser considerado interessante é o tal método desenvolvido por eles, que é baseado na contagem das cartas e em um complexo esquema de sinais. Além disto são usadas diversas pessoas na operação, com o intuito de que as vitórias, e os vencedores, passem despercebidas. E, apesar de ser uma atividade repreendida pelos cassinos, contar cartas não é considerada uma atividade ilegal.</p>
<p>Uma curiosidade: Jeff Ma, o Ben Campbell original, hoje proibido de entrar na maioria dos cassinos do mundo, faz uma ponta no filme.</p>
<p>Mais um cine-pipoca ao extremo. Vejam por sua conta e risco.</p>
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