Direção: Aníbal Massaíni
Não adianta forçar, cinematograficamente falando, o documentário é fraco, muito fraco. O emocionante mesmo é ver os golaços, o resto é mal feito. Eu imaginava uma produção bem melhor, mas o que vi foi uma produção fraca e uma sonoplastia horrenda, pra não dizer bizarra, inventaram de por sons nos chutes, nos gritos dos torcedores, e isso ficou péssimo. A narrativa muitas vezes se perdia no contexto das imagens, e os depoimentos, embora engraçados às vezes, ficaram muito ruins, e pouco emocionante. Contudo, pode parecer contraditório, mas ainda sim, como todos esses defeitos, é um documentário que vale a pena ser visto, principalmente os amantes do futebol que não tiveram a chance de ver o rei jogar. Definitivamente o cara é o rei do futebol, com suas arrancadas fenomenais, dribles desconcertantes, gols de placa, não tem como negar, e o documentário serve pra convencer qualquer um, inclusive se Maradona ver esse filme, pára de falar bobagem.
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Direção: Stephen Sommers
Elenco: Hugh Jackman, Kate Beckinsale, Richard Roxburgh, David Wenham, Kevin J. O’Connor, Shuler Hensley, Elena Anaya, Silvia Colloca, Josie Maran, Will Kemp, Alun Armstrong, Robbie Coltrane.
Pra ser franco logo de cara, o filme é ruim, muito ruim. O filme contém quase todos os erros de A Liga Extraordinária, e mais alguns. Abusa de efeitos especiais mal feitos, e interpretações grotescas, como por exemplo, o Conde Drácula, péssimo. O filme traz Hugh Jackman sem um pingo de carisma, uma bela mulher pra deixar o ambiente bonito, e uma grata surpresa ver o cara que fez Faramir num personagem medroso. O filme começa até bem, mas depois se perde demais no roteiro. Não tem muito que falar, economizem seus reais senão talvez eles façam uma continuação. E olha que aquele final ficou com uma cara de continuação…
Direção: James Ivory
Elenco: Kate Hudson, Naomi Watts, Jean-Marc Barr, Leslie Caron, Stockard Channing, Glenn Close
Este não merece a ida ao cinema. Simplesmente fiquei perdido assistindo ao filme. O roteiro é confuso, as coisas não se encaixam, as estórias acontecem e terminam de forma inexplicável. O filme todo parece um erro de edição, como se as cenas tivessem sido cortadas aleatoriamente. Chega a ser engraçadinho em alguns momentos mas não passa disto. Pior foi ver grandes atrizes como Glen Close e Naomi Watts, do excelente “Cidade dos Sonhos”, participando de um filme tão ruim. Reafirmo: não vale o ingresso do cinema.

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