Direção: Hideo Nakata.
Elenco: Naomi Watts, Simon Baker, David Dorfman, Elizabeth Perkins, Sissy Spacek, Emily VanCamp, Daveigh Chase.
Rachel e seu filho Aidan (Ô Muleque chato!!!), vão embora depois de quase serem mortos por Sâmara e o seu vídeo escroto que mata quem o assistiu em apenas 7 dias. Depois de uma trama muito louca onde a resposta para a salvação seria copiar a fita e passar a desgraça pra frente, vem a prova de que o dinheiro (Ops, o mal) não desiste tão fácil. 6 meses depois do ocorrido, já se adaptando e vivendo tranqüilamente em uma cidade pequena, Rachel tem um susto louco (e nós também) quando vê que “a cabeluda afogada” voltou à ativa, e o pior, procurando por ela e seu estranho filho.
Se o primeiro já foi bem sem graça (onde já se viu um fantasma atacar por um vídeo cassete, principalmente com os avanços do DVD? Hehehe), tendo como única salvação o seu personagem do além (gostei, porque a caracterização de Samara me lembrou muito a assustadora personagem Reagan, feita por Linda Blair, no Exorcista) e os diversos e muito bem elaborados sustos. Nesse, mesmo tendo o mesmo diretor dos Rings originais (Acho que todos sabem a origem nipônica dessa série), a história não deslancha e a impressão que nos dá, é que toda essa seqüência deveria apenas constar como final alternativo no DVD do primeiro filme, pois não é nada mais nada menos do que mais uma e completamente diferente explicação para enorme matança cometida pelo espírito “malígrino” de Samara (História essa, que com certeza será descartada na próxima continuação).
Mas mesmo assim, se você é daquelas pessoas que adora ir ao cinema para pensar pouco, se envolver apenas no clima do filme e tomar uma porrada de sustos cheios de clichês, mas impossíveis de resistir, pode ir ver O Chamado 2 sem medo (o medo você vai ter na exibição).
Agora torçam para não ter o mesmo azar que eu tive e ir em uma sessão cheia de adolescentes que passaram mais da metade do filme gritando, gemendo, latindo, atendendo celular, jogando pipoca… Enfim, tornando impossível para qualquer ser humano normal um envolvimento mais profundo com o filme.



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