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O Chamado 2

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Direção: Hideo Nakata.
Elenco: Naomi Watts, Simon Baker, David Dorfman, Elizabeth Perkins, Sissy Spacek, Emily VanCamp, Daveigh Chase.

Rachel e seu filho Aidan (Ô Muleque chato!!!), vão embora depois de quase serem mortos por Sâmara e o seu vídeo escroto que mata quem o assistiu em apenas 7 dias. Depois de uma trama muito louca onde a resposta para a salvação seria copiar a fita e passar a desgraça pra frente, vem a prova de que o dinheiro (Ops, o mal) não desiste tão fácil. 6 meses depois do ocorrido, já se adaptando e vivendo tranqüilamente em uma cidade pequena, Rachel tem um susto louco (e nós também) quando vê que “a cabeluda afogada” voltou à ativa, e o pior, procurando por ela e seu estranho filho.
Se o primeiro já foi bem sem graça (onde já se viu um fantasma atacar por um vídeo cassete, principalmente com os avanços do DVD? Hehehe), tendo como única salvação o seu personagem do além (gostei, porque a caracterização de Samara me lembrou muito a assustadora personagem Reagan, feita por Linda Blair, no Exorcista) e os diversos e muito bem elaborados sustos. Nesse, mesmo tendo o mesmo diretor dos Rings originais (Acho que todos sabem a origem nipônica dessa série), a história não deslancha e a impressão que nos dá, é que toda essa seqüência deveria apenas constar como final alternativo no DVD do primeiro filme, pois não é nada mais nada menos do que mais uma e completamente diferente explicação para enorme matança cometida pelo espírito “malígrino” de Samara (História essa, que com certeza será descartada na próxima continuação).
Mas mesmo assim, se você é daquelas pessoas que adora ir ao cinema para pensar pouco, se envolver apenas no clima do filme e tomar uma porrada de sustos cheios de clichês, mas impossíveis de resistir, pode ir ver O Chamado 2 sem medo (o medo você vai ter na exibição).
Agora torçam para não ter o mesmo azar que eu tive e ir em uma sessão cheia de adolescentes que passaram mais da metade do filme gritando, gemendo, latindo, atendendo celular, jogando pipoca… Enfim, tornando impossível para qualquer ser humano normal um envolvimento mais profundo com o filme.

O Amigo Oculto

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Direção: John Polson
Elenco: Robert De Niro, Dakota Fanning, Famke Janssen, Elisabeth Shue, Amy Irving e Dylan Baker.

Com certeza esse novo filme da Fox estrelado por Robert De Niro, será um dos filmes mais sem graça, bobo e pretencioso de 2005.
Após perder a mulher que se suicidou inesperadamente, já que aparentemente tudo se encontrava bem, o psicólogo (David), acaba decidindo mudar-se para uma pequena cidade, longe do extress e de sua casa, como forma de se aproximar mais e resguardar sua pequena filha Emily (Dakota).
Chegando lá, Emily se mostra bastante introspectiva e acaba criando um amigo imagiário. O que no começo não preocupa david, passa a preocupar depois de uma série de estranhos e assustadores acontecimentos.
Esse filme tinha tudo para ser um bom suspense. Primeiro pela presença de De Niro que é um ótimo ator e segundo pela premissa do filme que é até interessante. Mas como eu disse, o filme TINHA tudo para ser bom, o que passa longe do que ocorreu na realidade.
Filmes como esse com o intuito de esconder um suposto final “supreendente” e que no fim das contas não surpreende ninguém. Já encheu o saco filmes como esse em que no final uma série de flash backs surgem para explicar os porques que o filme apresenta. A presença de Elizabeth Shue é ridícula. A Dakota Fanning pode até ser uma ótima atriz, mas que nesse filme ela enche o saco, enche sim. E por fim, temos a campanha da Fox com o filme. Ela só liberou o final do filme apenhas em sua estréia, e além do mais existem dois finais diferentes do filme. Acho que no Brasil ficamos com o pior. E a não liberação do final para não vazar através de spoillers na NET foi com certeza uma excelente idéia, pois quem iria ver essa merda sabendo o que iria encontrar?

Elektra

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Direção: Rob Bowman
Elenco: Jennifer Garner, Terence Stamp, Will Yun Lee. Goran Visnjic, Cary-Hiroyuki Tagawa, Colin Cunningham, Jason Isaacs, Natassia Malthe.

O único motivo de essa crítica possuir uma estrela é pela bela personificação de Elektra, como único ponto positivo do filme está a atriz Jennifer Garner, caso contrário não seria nenhuma.
Eu cresci lendo gibi, numa época muito boa para a indústria dos quadrinhos, infelizmente entrou em declínio e a salvação foi adaptar para o cinema , sem a menor preocupação com fidelidade dos personagens ou suas histórias, claro que tem adaptações memoráveis, mas a sua grande maioria é uma decepção atrás de outra, vide Elektra, que possui um roteiro, mesmo feito em seis mãos, fraquíssimo, sem graça, uma direção sem o menor apelo psicológico pelo o personagem, já que Elektra é uma das heroínas mais complexas que temos no mundo dos quadrinhos, e me pergunto, porquê Frank Miller não fez esse roteiro sozinho, seria mais proveitoso.
Um filme inteiramente comercial, cenas que retratam um verdadeiro vídeo clip.
Entrei ansioso e sai decepcionado, mais uma vez temos uma adaptação equivocada e sem objetivo de exaltar a personagem título.

O Grito

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Direção: Takashi Shimizu.
Elenco: Sarah Michelle Gellar, Jason Behr, Clea Duvall, KaDee Strickland, Bill Pullman, William Mapother, Grace Zabriskie, Ted Raimi.

É pessoal, não tem jeito, até copiando os filmes japoneses de terror, não conseguem fazer um filme legal. Eles insistem em fazer os filmes nos mesmo moldes, as mesmas coisas, os mesmos sustos, tornando tudo chato e previsível. Cada vez tenho mais saudade de filmes como O Exorcista, A Profecia, O Iluminado, e outros poucos que usam a fórmula do terror psicológico, sem sustos que simplesmente aumentam o som, ou usando a câmera fechada. Admito que seja complicado fazer terror, mas não dá pra ficar na mesmice de sempre. Nem a história é atraente: diz a lenda no Japão que se alguém morre com muita raiva ou qualquer sentimento ruim, o local da morta acumula esse mal que pode ser passado como uma praga para pessoas que passarem nesse local. E olha que fui ver esperando uma coisa boa, não foi com a má vontade costumeira de ver filmes do gênero. Bill Pullman foi extremamente subutilizado, só serviu pra dar credibilidade ao filme. A caça vampiros Sarah Michelle Gellar não passa nem no teste de Malhação. Pelo amor de deus, alguém me surpreenda! Ah Sexto Sentido, Os Outros

Doze Homens e Outro Segredo

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Direção: Steven Soderbergh.

Elenco: Brad Pitt, Catherine Zeta-Jones, George Clooney, Julia Roberts, Andy Garcia, Scott Caan, Shaobo Qin, Matt Damon, Carl Reiner, Vincent Cassel, Albert Finney, Bruce Willis.

Sabemos que todo cuidado é pouco quando o filme a assistir se trata de uma continuação. Mais ainda quando a estória narrada no primeiro filme já não é lá estas coisas, apesar de ter o seu charme, e você fica intrigado para saber de onde tiraram mais estória para fazer o segundo. No caso de “Onze Homens e Um Segredo” a estória se basea em um remake do filme homônimo de 1960, tem todo o charme de um elenco de peso e a boa direção de Steven Soderbergh, que fez os astros bailarem frente as câmeras. Já esta continuação, não tem estória onde se basear ou pior, se baseia em um roteiro horrível e repleto de reviravoltas, exagerou na quantidade de astros e estrelas do cinema a ponto de subutilizá-las, e teve um Soderbergh irreconhecível fazendo a câmera se movimentar descontroladamente enquanto os atores passsam a maior parte do tempo parados e realizando cortes e edições que tentam nos convencer que ele ainda é um diretor independente. O roteiro é um caso a parte já que as reviravoltas são extremamente exageradas e sem sentido. É inevitável não se sentir um otário frente aquele pastelão sendo apresentado. Em certos momentos temos a nítida impressão de que a estória está sendo contada por nada e tudo o que foi realizado e está sendo mostrado naquele momento tem a única intenção de ser desmentido e modificado daí a poucos segundos. Além das piadas enfadonhas e sem graça, que são levadas a exaustão. Só se salva a trilha sonora, que é boa e apropriada mas insuficiente para melhorar o filme. Fica a impressão de que o único objetivo foi colocar atores e atrizes famosos em um filme para arrecadar mais dinheiro e alavancar a carreira de alguns, caso de Bruce Willis.

Exorcista – O Início

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Direção: Renny Harlin
Elenco: Stellan Skarsgård, Gabriel Mann, Israel Aduramo, Francesca Barone, Clara Bellar.

Curtindo o feriado, o dia todo em casa, sem fazer nada e então fui ao cinema, verifiquei a primeira sessão da tarde e ele estava lá, “Exorcista: O início”, de cara já fui sabendo de todos os problemas que ele continha, mesmo assim fui, de teimoso. Sabendo que somente duas coisas poderiam sobressair desse filme, a fotografia e o ator sueco de sobrenome impronunciável. O Exorcista original dirigido por William Friedkin e estrelado por Linda Blair e Max von Sydow, é melhor de todos, tem cenas épicas, e não adianta criar mais filhotes para este franquia, pois não vai adiantar nada, afinal a fórmula deu certo só uma vez, os produtores tem que entender que é o tipo da obra que não pode ter continuação, é uma obra única e ponto final, mas, os caras são teimosos. Li o livro que deu origem ao primeiro exorcista, sendo o mais fiel possível, o excelente: “Exorcismo Uma Historia Verdadeira”. Bem , voltamos à bomba, a primeira versão de “Exorcista: O Início”, dirigida por Paul Schrader, foi simplesmente excluída pelos executivos da Warner Bros, mesmo depois de está editada e pronta para a distribuição, então acredita-se que em dvd deva sair as duas versões, espero que sim, somente assim poderemos fazer as comparações e saber a primeira versão seria uma bomba maior ou não, então fiquemos com a versão do diretor Renny Harlin. Cairo, Egito, 1949. O arqueólogo Lankester Merrin (Stellan Skarsgard), um ex-padre (pois perdeu a fé quando ainda era sacerdote durante a 2ª Guerra Mundial e teve de escolher 10 pessoas para serem executadas, senão todos seriam mortos, e estas lembranças o atormentam sempre), recebe de Semelier (Ben Cross), um colecionador de antigüidades, a missão de ir a uma escavação promovida pelo governo inglês na região de Turkana, Quênia, e recuperar um objeto que estaria soterrado junto a uma igreja cristã bizantina do século V. A realidade é que o roteiro é fraquíssimo, a direção mais ainda, como disse , só podemos aproveitar a ótima interpretação do ator sueco Stellan Skarsgard e a fotografia, mais nada, os efeitos são toscos, lembra a outra bomba mulher-gato. Então se vc não tem nada pra fazer e quer pegar uma matinê pagando R$ 2,00, ou simplesmente está curioso pode assistir, caso contrário passe bem longe e espere passar na tv.

Anaconda 2 – A Caçada Pela Orquídea Sangrenta

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Direção: Dwight H. Little.
Elenco: Johnny Messner, KaDee Strickland, Matthew Marsden, Morris Chestnut.

Com um elenco de primeira catiguria e um roteiro felomenal, Anaconda 2 consegue superar e muito o primeiro filme. Sem falar no número de cobras que é muito maior. Nesse, para variar, temos uma ruma de Anacondas gigantes e famintas, prontas para acabar com a constelação de astros que faz esse filme. Primeiro morre fulano, depois cicrano, seguido por beltrano… e por aí vai!!! Tem o vilão inescrupuloso que só quer saber das Taís orquídeas sangrentas que só aparecem de 7 em 7 anos e que podem levar a descoberta de remédios que inibam o envelhecimento do ser humano. Tem o dono do barco que apesar de se fazer de durão, no final ajuda a salvar todo mundo. Tem aquele que todo mundo pensa que vai morrer, mas no final escapa. E logicamente, tem a mocinha que passa pelas maiores agonias, paquera (é o novo!!!) com o marrentão dono do barco e que logicamente também escapa. E pra finalizar, tem a destruição do monte de Sucuri no cio (por isso elas ficarem todas juntas no mesmo local, já que elas geralmente não ficam nas mesmas áreas), feita de uma forma que todos já sabíamos desde o começo do filme. Há, e antes que alguém pergunte como as cobras atingiram aquele tamanho absurdo do filme, eu respondo. As anacondas são cobras que crescem até morrer, então quanto mais velha, maior a danadona. E onde as malandras faziam as surubas???? Isso mesmo caro Padawan, exatamente no local onde nasciam as orquídeas. Se no primeiro tínhamos Jennifer Lopez, Owen Wilson, Jon Voight, Eric Stoltz, e Ice Cube como ração, nesse nem isso. Esse é o tipo de filme que vc só deve ir ver de graça, como eu fui. Pelo menos você vai rir muito, principalmente de quem pagou a entrada!!!

Alien Vs. Predador

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Direção: Paul W.S. Anderson.

Elenco: Sanaa Lathan, Lance Henriksen, Raoul Bova, Ewen Bremmer, Colin Salmon, Tommy Flanagan, Agathe De La Boulaye.

Sem dúvida um dos piores filmes em cartaz atualmente. Tirando as partes engraçadas de tão ruim, e as cenas que envolvem os donos do título do filme, o resto é lixo. Uma das piores estórias já contadas. Um péssimo início, uma horrível construção de personagens, um monte de diálogos inenarráveis, e um roteiro que mais parece um queijo suíço são argumentos fortes para não recomendar ninguém a ver. A parte engraçada acontece em qualquer diálogo, é rir pra não chorar, por falar eu rir, eu não consegui parar de rir achando o Predador meio estilo Carlinhos Brown com aquele cabelo dele. Eu poderia dar mais detalhes e exemplos sobre o filme, mas ele não merece. Quem avisa amigo é.

Super Size Me – A Dieta do Palhaço

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Direção: Morgan Spurlock.
Já imaginaram se um alcoólatra resolve por a culpa do seu alcoolismo nas empresas de cerveja? Ou se uma família processa uma empresa de automóveis porque um ente querido morreu de acidente? Ou melhor, morreu num acidente porque estava bêbado dirigindo numa velocidade de cem quilômetros por hora? Seria ridículo e sem fundamento algum, assim como é Super Size Me. Partindo dessa premissa imbecil, Super Size Me conclui o obvio: comer muitas calorias faz você engordar, gordura causa colesterol e prejudica o fígado, dentre outros males. Já imaginaram se ele resolve comer só alface durante 30 dias, ao invés de comida de fast food? Talvez ele pudesse comprovar que alface não possui as vitaminas necessárias de deixar um corpo sadio. Recheado de autopromoção, incluindo cenas de declarações de sua namorada dizendo que o ama, e que está preocupada com sua saúde, Super Sizer Me virou moda simplesmente porque agrada ao público qualquer pessoa comum lutar contra uma grande empresa. Admito que algumas vezes o cara fez-me rir, e foi mais além, mostrou algo interessante, como por exemplo, o descaso com a alimentação nos Estados Unidos. Onde grande parte da população é obesa. E até as escolas contribuem para isso. No mais é um filme sem pretensão nenhuma, que não choca ou sequer vai fazer cócegas nas grandes empresas de fast food. No fim da exibição, com uma fome gigante, adivinhem o que eu comi?

Mulher-gato

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Direção: Pitof

Elenco: Halle Berry, Benjamin Bratt, Sharon Stone, Lambert Wilson, Frances Conroy, Alex Borstein.

Até agora não entendi o que fui fazer no cinema, onde paguei meia entrada, mais pipoca para assistir “Mulher-gato”, com toda certeza o pior filme da temporada, acredito que o único motivo e o mais plausível foi de fazer a crítica aqui no cinéfilos. Desde o primeiro momento eu tinha certeza que não ia gostar, mas já que precisava ir ao cinema e não havia outro filme disponível, resolvi pagar para ver e paguei caro. Certamente “Mulher-gato” vai render o prêmio Framboesa em várias categorias, como o pior filme e a pior atriz, onde Halle Berry já foi premiada com o Oscar de melhor atriz (A ùltima Ceia), de repente possa conseguir mais do que isso. O que posso tirar de proveito nesse filme, digamos que seja quase impossível, a beleza de Halle Berry, talvez possa ser o melhor de tudo. Usam-se muitos clichês, cenas que parecem mais caricaturas, trejeitos insuportáveis. Em vários momentos eu quis sair da sala de projeção, pois estava sendo torturante demais, com muito esforço eu consegui ir até o fim.
“Mulher-gato” conta a história de uma artista tímida e sensível, Patience Philips (Halle Berry), que trabalha como designer gráfica da fábrica de cosméticos Hedare Beauty, que produz uma linha revolucionária de cremes contra o envelhecimento. Ela descobre que o creme tem um componente tóxico e se vê no meio de uma conspiração liderada pela empresária Laurel Hedare (Sharon Stone). É quando a mulher-gato começa a existir, mas suas aventuras são complicadas por uma relação com Tom Lone (Benjamin Bratt).
O filme é tão ruim que foi maior decepção da temporada americana, tanto de crítica como de público, mas quem quiser tirar a prova, o filme está aí, em todo circuito comercial, boa sorte aos corajosos.

 
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