Cinéfilos » Arquivo » A Órfã - Blog de cinema com críticas e comentários sobre filmes
Novidade! O Cinéfilos está no Twitter.
Siga o Cinéfilos em http://twitter.com/CinefilosBlog

A Órfã

Comentários     Dê sua nota: 1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas Loading ... Loading ...

Direção: Jaume Collet-Serra.
Elenco: Isabelle Fuhrman, Vera Farmiga, Peter Sarsgaard, CCH Pounder, Jimmy Bennett, Aryana Engineer, Lorry Ayers.

Tenho extrema admiração por atuação de astros mirins em filmes adultos, especialmente em filmes de terror. E desde muito tempo as crianças vem provando que são capazes de se colocar a frente de um projeto e por algumas vezes roubar a cena. Baseado nessas tendências, a mais nova criança- prodígio do mal está em A órfã – um filme de suspense que impressiona mais pela atuação de sua protagonista do que pelo seu conteúdo. A direção fica a cargo de Jaume Collet-Serra diretor de A Casa de Cera – portanto esqueça a referência.

Uma família perfeita, um casal e dois filhos lindos – na verdade eram três – pois um fato trágico tira a vida de um deles, antes mesmo de nascer, fato que chega a abalar a estrutura do casamento dos pais e fazendo com que a esposa mergulhe no alcoolismo e tenha pesadelos a noite com o ocorrido. Vera Farmiga (excelente atriz) e Stellan Sarsgaard são os chefes de família, e mesmo diante da perda eles decidem apelar para uma adoção. E em meio a tantas crianças pequenas dóceis e bonitas, o marido cruza justamente com uma já crescidinha. Esther é a imagem da fragilidade e delicadeza. Sem ninguém no mundo, ela canta, pinta e se mostra esperta e parecendo adivinhar os rumores que a família vem enfrentando, não demora para que Esther caia nas graças do casal.

Esther vai morar com seu novos país adotivos e a impressão de estranheza na garota só tende a aumentar cada vez mais. Sempre com vestimentas grandes e uma Bíblia na mão a garota começa a ser hostilizada pelos colegas e até pelo seu novo irmão. A mãe (sempre) é a primeira a notar que as coisas não andam bem – a garota sempre aparece quando o casal está em suas intimidades e é capaz de chantagear qualquer um, sempre baseando-se nas fraquezas cuidadosamente estudadas por ela- o que chama a atenção da mulher. Mas quem vai acreditar numa alcólatra?

Existe uma boa dose de tensão no filme, por exemplo – há uma cena em que a câmera entra dentro de um brinquedo de criança num parque transformando o local em algo claustrofóbico. O filme tem alguns momentos polêmicos também colocando crianças pequenas em meio a cenários de assassinatos e até uma cena de sedução incrível, por parte da diaba. A atuação da atriz Isabelle Fuhrman diga-se de passagem foi elogiada em todos os lugares onde o filme chegou porém o filme não vai muito longe, mostrando que veio mesmo fazer barulho e desconforto. A grande diferença aqui é o clímax do filme – ou a grande explicação – que não deixa de causar espanto, mas é um pouco difícil de engolir quem é Esther.

Marcelo Ferreira

Você também pode ter sua crítica publicada no Cinéfilos.
Basta deixar um comentário ou enviar um e-mail para Email.

Nota dos Leitores para “A Órfã”

5 Votos
Nota média: 3.2

Aproveite e deixe um comentário com sua opinião sobre o filme.

5 Comentários para “A Órfã”

  1. Renata Nobrega disse:

    Vou começar um projeto cinematográfico via blog, baseado no Julie & Julia, dê uma conferida que eu acho que vc vai gostar!
    http://365dias500filmes.blogspot.com/

  2. Samantha disse:

    Um amigo meu classificou esse filme como “O Pequenino” do terror. Não me animo pra ver. =P

  3. Nanda disse:

    rí alto agora: “o pequenino do terror”.

  4. luis disse:

    Tenho extrema admiração por atuação de astros mirins em filmes adultos, especialmente em filmes de terror. E desde muito tempo as crianças vem provando que são capazes de se colocar a frente de um projeto e por algumas vezes roubar a cena. Baseado nessas tendências, a mais nova criança- prodígio do mal está em A órfã – um filme de suspense que impressiona mais pela atuação de sua protagonista do que pelo seu conteúdo. A direção fica a cargo de Jaume Collet-Serra diretor de A Casa de Cera – portanto esqueça a referência.

    Uma família perfeita, um casal e dois filhos lindos – na verdade eram três – pois um fato trágico tira a vida de um deles, antes mesmo de nascer, fato que chega a abalar a estrutura do casamento dos pais e fazendo com que a esposa mergulhe no alcoolismo e tenha pesadelos a noite com o ocorrido. Vera Farmiga (excelente atriz) e Stellan Sarsgaard são os chefes de família, e mesmo diante da perda eles decidem apelar para uma adoção. E em meio a tantas crianças pequenas dóceis e bonitas, o marido cruza justamente com uma já crescidinha. Esther é a imagem da fragilidade e delicadeza. Sem ninguém no mundo, ela canta, pinta e se mostra esperta e parecendo adivinhar os rumores que a família vem enfrentando, não demora para que Esther caia nas graças do casal.

    Esther vai morar com seu novos país adotivos e a impressão de estranheza na garota só tende a aumentar cada vez mais. Sempre com vestimentas grandes e uma Bíblia na mão a garota começa a ser hostilizada pelos colegas e até pelo seu novo irmão. A mãe (sempre) é a primeira a notar que as coisas não andam bem – a garota sempre aparece quando o casal está em suas intimidades e é capaz de chantagear qualquer um, sempre baseando-se nas fraquezas cuidadosamente estudadas por ela- o que chama a atenção da mulher. Mas quem vai acreditar numa alcólatra?

    Existe uma boa dose de tensão no filme, por exemplo – há uma cena em que a câmera entra dentro de um brinquedo de criança num parque transformando o local em algo claustrofóbico. O filme tem alguns momentos polêmicos também colocando crianças pequenas em meio a cenários de assassinatos e até uma cena de sedução incrível, por parte da diaba. A atuação da atriz Isabelle Fuhrman diga-se de passagem foi elogiada em todos os lugares onde o filme chegou porém o filme não vai muito longe, mostrando que veio mesmo fazer barulho e desconforto. A grande diferença aqui é o clímax do filme – ou a grande explicação – que não deixa de causar espanto, mas é um pouco difícil de engolir quem é Esther.[2]

  5. Claudete disse:

    quero ver este filme me interessei apesar de terror não ser meu gênero preferido o ultimo que assisti e gostei muito foi o grito 1 faz tempo mas fiquei com tanto medo que fiz luzes ns cabelos que eram pretos rs.

    bjss

Deixe um Comentário

 
Layout & Icones by N.Design Studio
RSS RSS Comentários Login