Direção: Jaume Collet-Serra.
Elenco: Isabelle Fuhrman, Vera Farmiga, Peter Sarsgaard, CCH Pounder, Jimmy Bennett, Aryana Engineer, Lorry Ayers.
Tenho extrema admiração por atuação de astros mirins em filmes adultos, especialmente em filmes de terror. E desde muito tempo as crianças vem provando que são capazes de se colocar a frente de um projeto e por algumas vezes roubar a cena. Baseado nessas tendências, a mais nova criança- prodígio do mal está em A órfã – um filme de suspense que impressiona mais pela atuação de sua protagonista do que pelo seu conteúdo. A direção fica a cargo de Jaume Collet-Serra diretor de A Casa de Cera – portanto esqueça a referência.
Uma família perfeita, um casal e dois filhos lindos – na verdade eram três – pois um fato trágico tira a vida de um deles, antes mesmo de nascer, fato que chega a abalar a estrutura do casamento dos pais e fazendo com que a esposa mergulhe no alcoolismo e tenha pesadelos a noite com o ocorrido. Vera Farmiga (excelente atriz) e Stellan Sarsgaard são os chefes de família, e mesmo diante da perda eles decidem apelar para uma adoção. E em meio a tantas crianças pequenas dóceis e bonitas, o marido cruza justamente com uma já crescidinha. Esther é a imagem da fragilidade e delicadeza. Sem ninguém no mundo, ela canta, pinta e se mostra esperta e parecendo adivinhar os rumores que a família vem enfrentando, não demora para que Esther caia nas graças do casal.
Esther vai morar com seu novos país adotivos e a impressão de estranheza na garota só tende a aumentar cada vez mais. Sempre com vestimentas grandes e uma Bíblia na mão a garota começa a ser hostilizada pelos colegas e até pelo seu novo irmão. A mãe (sempre) é a primeira a notar que as coisas não andam bem – a garota sempre aparece quando o casal está em suas intimidades e é capaz de chantagear qualquer um, sempre baseando-se nas fraquezas cuidadosamente estudadas por ela- o que chama a atenção da mulher. Mas quem vai acreditar numa alcólatra?
Existe uma boa dose de tensão no filme, por exemplo – há uma cena em que a câmera entra dentro de um brinquedo de criança num parque transformando o local em algo claustrofóbico. O filme tem alguns momentos polêmicos também colocando crianças pequenas em meio a cenários de assassinatos e até uma cena de sedução incrível, por parte da diaba. A atuação da atriz Isabelle Fuhrman diga-se de passagem foi elogiada em todos os lugares onde o filme chegou porém o filme não vai muito longe, mostrando que veio mesmo fazer barulho e desconforto. A grande diferença aqui é o clímax do filme – ou a grande explicação – que não deixa de causar espanto, mas é um pouco difícil de engolir quem é Esther.
Marcelo Ferreira
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Nota dos Leitores para “A Órfã”
21 Votos
Nota média: 3.71
Aproveite e deixe um comentário com sua opinião sobre o filme.



2/12/2009 às 15:31
Vou começar um projeto cinematográfico via blog, baseado no Julie & Julia, dê uma conferida que eu acho que vc vai gostar!
http://365dias500filmes.blogspot.com/
3/12/2009 às 03:05
Um amigo meu classificou esse filme como “O Pequenino” do terror. Não me animo pra ver. =P
6/12/2009 às 10:28
rí alto agora: “o pequenino do terror”.
2/1/2010 às 13:37
Tenho extrema admiração por atuação de astros mirins em filmes adultos, especialmente em filmes de terror. E desde muito tempo as crianças vem provando que são capazes de se colocar a frente de um projeto e por algumas vezes roubar a cena. Baseado nessas tendências, a mais nova criança- prodígio do mal está em A órfã – um filme de suspense que impressiona mais pela atuação de sua protagonista do que pelo seu conteúdo. A direção fica a cargo de Jaume Collet-Serra diretor de A Casa de Cera – portanto esqueça a referência.
Uma família perfeita, um casal e dois filhos lindos – na verdade eram três – pois um fato trágico tira a vida de um deles, antes mesmo de nascer, fato que chega a abalar a estrutura do casamento dos pais e fazendo com que a esposa mergulhe no alcoolismo e tenha pesadelos a noite com o ocorrido. Vera Farmiga (excelente atriz) e Stellan Sarsgaard são os chefes de família, e mesmo diante da perda eles decidem apelar para uma adoção. E em meio a tantas crianças pequenas dóceis e bonitas, o marido cruza justamente com uma já crescidinha. Esther é a imagem da fragilidade e delicadeza. Sem ninguém no mundo, ela canta, pinta e se mostra esperta e parecendo adivinhar os rumores que a família vem enfrentando, não demora para que Esther caia nas graças do casal.
Esther vai morar com seu novos país adotivos e a impressão de estranheza na garota só tende a aumentar cada vez mais. Sempre com vestimentas grandes e uma Bíblia na mão a garota começa a ser hostilizada pelos colegas e até pelo seu novo irmão. A mãe (sempre) é a primeira a notar que as coisas não andam bem – a garota sempre aparece quando o casal está em suas intimidades e é capaz de chantagear qualquer um, sempre baseando-se nas fraquezas cuidadosamente estudadas por ela- o que chama a atenção da mulher. Mas quem vai acreditar numa alcólatra?
Existe uma boa dose de tensão no filme, por exemplo – há uma cena em que a câmera entra dentro de um brinquedo de criança num parque transformando o local em algo claustrofóbico. O filme tem alguns momentos polêmicos também colocando crianças pequenas em meio a cenários de assassinatos e até uma cena de sedução incrível, por parte da diaba. A atuação da atriz Isabelle Fuhrman diga-se de passagem foi elogiada em todos os lugares onde o filme chegou porém o filme não vai muito longe, mostrando que veio mesmo fazer barulho e desconforto. A grande diferença aqui é o clímax do filme – ou a grande explicação – que não deixa de causar espanto, mas é um pouco difícil de engolir quem é Esther.[2]
9/3/2010 às 19:38
quero ver este filme me interessei apesar de terror não ser meu gênero preferido o ultimo que assisti e gostei muito foi o grito 1 faz tempo mas fiquei com tanto medo que fiz luzes ns cabelos que eram pretos rs.
bjss
21/6/2010 às 16:12
nunca vi o filme mais quero muito ver, pois adoro filmes de terror.minha amiga me disse que ja viu e que ela ficou sem dormir por três semanas. eu morro de medo de filmes de terror mais pra mim vale apena ver!..
23/6/2010 às 10:42
eu nunca vi o filme pq odeio filmes com pscopatas,eles me dão mt medo pois mesmo senndo um filme sei q eles existem de verdade e podem estar mt próximo de vc…
23/6/2010 às 14:00
nunca vi o filme pq eu morro de medo de filmes de terror principalmente com psicopatas pois mesmo sendo um filme sei q eles existem realmente e podem estar mt perto de vc…;0
3/7/2010 às 13:32
bianca vc copio a frase da luisa, que palha!
12/7/2010 às 13:47
Eu concordo com a tamina cada um tem q ter sua idéia propria e ñ copiar se nunca viu o filme ou se ja viu diga o q vcccc achou!!!!!
12/7/2010 às 13:51
cada um tem q fazer o seu comentario e bla bla bla,aff se eu quiser repetir o coment. eu vou repetir!!!!!!!!!!!!
12/7/2010 às 13:53
Calma gente comentem sobre o filme
17/7/2010 às 13:39
Esse filme é MTO tenso a garota é uma super psicopata e dexa td mundo com medo até as pessoas q se julgam valentonas,fui no cinema ver e tinha um casal na minha frente e o cara q se jogou na mulher
18/7/2010 às 12:54
Odiei o filme pois da mto medo achei q a garota era mto estranha no comesso pois ela invadia e matava tds mas qm ia acreditar na mae doida e alcolotra???
9/9/2010 às 16:23
hahaha, adorei!
não perdi o sono, nem fiquei impressionada…
mas é mt mt mt bom… quero ver novamente :}
28/9/2010 às 11:37
Adoreii o filme!
Desde o comecinho da pra perceber que a garota não é uma criancinha normal, doce e amaável… MAs ninguém imagina o que realmente tem por tráz de tudo!
Aprovoo e recomendo ;D
13/11/2010 às 21:57
eu assisti esse film e realmente a atuação da menina é impressionante
Adorei a Critica Gosto muito desse Blog.
2/12/2010 às 18:15
Esse filme é showwww!!!!!! A filhinha pequena é muito fofa brother e é a mais inteligente pois percebe td antes de todos.
8/6/2011 às 12:58
Tá difícil ver bons filmes de terror ultimamente. Então, já dá pra dizer que esse é um filme muito bom.
6/8/2011 às 01:24
Dá pra perceber que tem alguma coisa de errado com a criança, mas nem de longe imaginei o que poderia realmente ser. Final surpreendente. Fique sem unhas e muito impressionada, fui dormir e acordei pensando no filme. Mexe com o emocional, pelo menos das pessoas mais sensíveis (como eu, rss).