Direção: Robert Luketic.
Elenco/Vozes: Kevin Spacey, Laurence Fishburne, Kate Bosworth, Jim Sturgess, Masi Oka.
Bom, vamos logo separar aqueles que vão gostar do filme, daqueles que irão odiá-lo. Se você está interessado em uma comédia superficial (ou seria um drama?), repleta de clichês e com um roteiro sofrível, simplório e cheio de reviravoltas no final, então você está preparado para acompanhar as aventuras e desaventuras de Ben Campbell.
Ben é um aluno aplicado e inteligente do MIT, mas que precisa arrumar muito dinheiro para bancar a faculdade. Então ele se envolve com um grupo, capitaneado por um professor, que desenvolve um método matemático para jogar Black Jack (o famoso 21) nos cassinos de Las Vegas e aumentar a possibilidade de enriquecer.
Lógico que isto envolve se afastar dos seus amigos nerds, mentir para a mãe, se apaixonar pela gatinha do grupo, fazer besteira, ir ao fundo do poço, e voltar com tudo, depois de ter a ajuda dos seus verdadeiros amigos.
Mais clichê impossivel. A estória é baseada no livro “Bringing Down the House”, de Ben Mezrich, que foi inspirado em uma estória real, mas ganhou tons hollywodianos pelas mãos do diretor Robert Luketic, o mesmo de Legalmente Loira. Não dava para esperar mais que isto mesmo.
O único ponto que pode ser considerado interessante é o tal método desenvolvido por eles, que é baseado na contagem das cartas e em um complexo esquema de sinais. Além disto são usadas diversas pessoas na operação, com o intuito de que as vitórias, e os vencedores, passem despercebidas. E, apesar de ser uma atividade repreendida pelos cassinos, contar cartas não é considerada uma atividade ilegal.
Uma curiosidade: Jeff Ma, o Ben Campbell original, hoje proibido de entrar na maioria dos cassinos do mundo, faz uma ponta no filme.
Mais um cine-pipoca ao extremo. Vejam por sua conta e risco.
Nota dos Leitores para “Quebrando a Banca”
11 Votos
Nota média: 3.73
Aproveite e deixe um comentário com sua opinião sobre o filme.



15/7/2008 às 18:06
Oi!
Opa! Achei bem mediano esse filme, esperava mais da história.
Abraço.
17/7/2008 às 16:59
Estou com esse filme em mãos, irei vê-lo em breve!
21/7/2008 às 21:45
Pesquei pelo menos duas referencias diretas ao Batman de Tim Burton: a cena da avenida e a cena da queda do Coringa. Além disso, a câmera gira, entortando a cena para que a gente veja o Coringa na posição normal, ja que ele esta seguro pelo pé. isso me lembrou a serie do batman da tv, aquela do adam weste, que mostrava um plano inclinado quando os viloes apareciam, notadamente, o Joker de romero.
3/10/2008 às 15:12
Po, acabei gostando desse filme. Sabia o que esperar Chefe, e isso ajudou. Espereva bem o que você definiu mesmo :). Mas para mim, levando em consideração que os cine-pipocas são cada vez mais difíceis, a maioria insuportável de assistir, esse acabou sendo bom.
O filme é cheio de clichês, sim, mas a história real é tão interessante que mesmo com as “inserções” hollywoodianas de besteirol, a história como um todo prende a atenção. Além disso gosto muito de matemática e gostei das discussões e questões colocadas. A escolha das 3 portas é clássica para quem estuda probabilidade, mesmo sendo um pouco tolo colocar algo tão básico, achei interessante.
E o final acabou sendo salvo pela trilha sonora. You can’t always get what you want (versão com corais) dos Stones, foi show.
Nota 6.5. Para um estilo de filme que a média é 5, é como se fosse um 8 :).
Abraços.
30/10/2008 às 12:53
Curti!
achei uma história bem interessante, nos prende do começo ao fim, não dá nem tempo de sair para pegar a pipoca!
15/12/2009 às 21:01
Eu gotei muito do filme, nao tenho nada contra cliches.