Direção: Louis Leterrier.
Elenco/Vozes: Edward Norton (Bruce Banner/Hulk), William Hurt (General Thaddeus “Thunderbolt” Ross), Tim Roth (Emil Blonsky), Liv Tyler (Betty Ross), Tim Blake Nelson (Samuel Sterns/O Líder), Ty Burrell (Doc Samson), Christina Cabot.
Obviamente o filme anterior (Ang Lee) não agradou muito aos xiit… oops fãs e de quebra o pessoal da Marvel, a final de contas eles resolveram ignorar completamente. Fizeram a besteira de tentar explicar toda a origem do Hulk em 5 minutos, com flashes rápidos e cenas cortadas, ficou ruim.
Para nosso “orgulho” as cenas iniciais se passam no Brasil – Favela da Rocinha. Sem dúvida as mais belas cenas do filme. Fora isso, temos algo bem curioso para um roteiro, Bruce Banner (Norton) resolve se esconder (?) numa favela brasileira sem saber falar nada de português. Achei curioso também que algumas vozes de atores brasileiros darem aparência de ter sido dublada, curioso, muito curioso, pra não dizer estranho.
Hulk parece uma gangorra de emoções, e eu não posso deixar de elogiar a preocupação em tornar o filme próximo da realidade, gastando tempo para explicar o caso, por exemplo, da calça do Hulk não rasgar durante a transformação. E principalmente, quando Bruce treina (se não me engano é com o Rickson Gracie) para aprender a controlar sua raiva.
Outro ponto alto do filme é a esperada aparição do velhinho simpático e criador da criatura Stan Lee, bem como do eterno Hulk das nossas tardes de sessão aventura Lou Ferrigno. Depois disso não vejo grandes méritos do filme, e eis que surge uma série de clichês desnecessários e frases bobas, como por exemplo, “só eu vou conseguir” ou da cena com as mãos se separando, bem como aquele vilão maior que o Hulk.
O Hulk mudou de cor, saiu do verde Shrek pra um verde mais escuro, mais realista, é verdade, mas continua uma massa verde visivelmente “falsa”, ta na hora de procurar outras empresas. Certamente os que não gostaram da versão Ang Lee vão gostar desse, tem uma luta de CGI brutal, e o Hulk ta bruto como nunca, o que é sempre legal de ver. Tem gente que se contenta com pouco e só de ouvir “Hulk Esmaga” tem algum tipo de orgasmo. Enfim, é pagar pra ver. Ah, tem uma cena legal no final, mas não tem nada depois dos créditos.
Nota dos Leitores para “O Incrível Hulk”
14 Votos
Nota média: 2.79
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17/6/2008 às 12:14
Cara, eu achei aquele filme tão fraco e chato que tinha me decepcionado. De certa forma, achei errado eles ignorarem completamente o filme de Lee mas parece que acertaram nesse né? Amanhã verei sem falta!
17/6/2008 às 14:34
Robson, eu gostei do filme do Ang Lee, foi diferente claro, mas tem seus méritos, principalmente técnicos. Nesse tem mais ação, que é o que todos esperam, ambos têm seus pontos fortes e fracos. É a vida :-)
Abraço!
20/6/2008 às 09:43
concordo com os comentarios do JEdi….adorei o filme…e fikou no ar..tavez..HUCK contra ROBÔS……
eu quase tive um orgasmo mesmo quando escutei HUCK ESMAGA…rsrsrs
24/6/2008 às 11:42
Hulk esmagou… as críticas negativas, a mim, ao ang lee e a todo mundo que troceu pro filme ser uma bomba. O que prova o quanto a Marvel está certa de produziu as adaptações de suas próprias revistas em quadrinhos (Hulk e Homem de Ferro provaram claramente isso!). Obrigado, Leterrier, por esse espetáculo audiovisual. Não quer filmar o Demolidor também não? é o meu herói favorito e… Ben Affleck… Fala sério!
24/6/2008 às 13:19
Olha, eu ainda prefiro os antigos! Dá muito mais cara de realidade!
27/6/2008 às 09:53
Concordo com a Bianca! Prefiro os anteriores…
Mass.. O Final foi bem intrigante..
E a Favela da Rocinha.. :(
Sem comentários .. (O Cristo Redentor é tão lindoo)
“AFF”
5/7/2008 às 15:47
A principal diferença entre o novo filme e o do Ang Lee é a verba. O Ang Lee teve poucos recursos para fazer o que fez, e, na minha opinião, fez muito bem. A palavra que melhor define esta nova versão do incrível Hulk é “eletrizante”. Pode também não agradar a todos (que novidade!) mas eu me peguei agitado na cadeira do cinema, tamanha a força das cenas de CG. Esta versão do Hulk me pareceu mais invunerável a tiros (e tiros de calibres pesadíssimos) do que deveria. Um disparate! Mas o verdão é incrível não é? Não é o meu herói preferido: o Hulk “esmaga” bem demais e pensa bem de menos. Outro comentário: o Hulk transformado (ou já no modelo em 3D) em nada se parece com o Edward Norton. Ele é muito mais a cara o Eric Bana (ator da versão do Ang Lee). Grande abraço.
17/10/2008 às 13:56
Pensei que este novo filme do Hulk seria melhor do que o primeiro,se bem que na minha opinião o filme de ANG LEE foi ÓTIMO, mas foi decepção total. O filme todo estava concentrado na luta do Hulk com o Abominavel, pois depois da luta finda a aparição do gigante verde. O principal erro do diretor foi colocar a explicação da origem do Hulk no general Ross e não em um acidente nuclear.
16/11/2008 às 07:28
Invulnerável era o normal do Hulk, caso contrário seria eliminado pelo Exercito.Todavia, dos anos 80 para cá fizeram um Wolverinização dele nos quadrinhos.
8/1/2009 às 22:25
Hulk é um bom filme de ação , igual ao primeiro
, e as cenas que foram filmadas aqui , ficaram lgais .
Pórem certos clichês é que são enjoativos
18/1/2010 às 15:03
Então, olha só… o filme NÃO precisa contar a origem, porque ele é uma sequencia, não daquela porcaria feita em 2003, que jogou no lixo essa história que já vem sendo espancada pela idiotice dos roteiristas. Ele segue as histórias dos antigos filmes, que mesmo pecando na produção, já que nos anos 70 e 80 fazer filme de herói era estar condenado a um projeto tosco, mas o enredo segue o que pensou Stan Lee.
Dessa forma não é preciso recontar as histórias. Não é um filme de origem.
A presença de Edward Norton foi fantástica, não só porque ele é um grande ator, mas também porque é co-roteirista e uma fanático por Hulk. Sendo assim, seguiu de forma correta o que se pede nos gibis.
Quanto aos que preferem ang lee,… Eu sou muito mais um Abominação foda, do que um poodle evil…