Direção: Jason Reitman.
Elenco/Vozes: Ellen Page, Michael Cera, Jennifer Garner, Jason Bateman, Olivia Thirlby, J.K. Simmons, Allison Janney, Rainn Wilson, Lucas MacFadden.
Um novo gênero de filme vem surgindo. São filmes estilo Pequena Miss Sunshine, tipo comédia, com pitadas de drama, meio cult, alternativo, trilha sonora legal, diálogos sobre músicas, filmes, e todas as coisas legais da vida. Resumidamente filmes sem grande compromisso, e não menos importantes.
Ellen Page vem agradando bastante, com sua carinha de MeninaMá.com, dessa vez vive uma adolescente e tem que lidar com o fato de ter ficado grávida. Em breve, ele se torna uma Natalie Portman da vida. Ellen faz dupla com Michael Cera, que mais uma vez (Superbad – É Hoje) vive um adolescente meio diferente (!), bobão, mas tem seu carisma e se encaixa perfeitamente no papel. Sempre pensei o que torna um ator canastrão é o mesmo que o torna lembrado por determinado papel, e por isso acaba fazendo mais filmes. Melhor parar antes de gerar um paradoxo.
A gravidez só não é atípica pois sabemos como a maioria engravidam, mas não deixa de ser curiosa, e principalmente inesperada. E quando pensamos que tudo vai desabar num dramalhão, eis que tomam outro rumo, e surgem boas risadas. Claro que o drama é inevitável, mas não te deixa pra baixo nunca.
Apesar de previsíveis, adolescentes nunca vão deixar de ser assunto, principalmente pela sua imprevisibilidade dentro do previsto (sabia que eu ia criar um paradoxo), aquela mistura de adulto com criança, de achar que já conhece o mundo apenas lendo livros ou ouvindo música, se rebelando contra si próprio. Essa gangorra de emoções são bem apresentadas no filme.
Pronto, agora é torcer pra esse novo gênero pegar de vez, pois ele gera ótimos filmes.
Nota dos Leitores para “Juno”
20 Votos
Nota média: 4.15
Aproveite e deixe um comentário com sua opinião sobre o filme.


30/1/2008 às 09:51
Opa! Inaugurando o espaço de Juno.
Achei bem legalzinho, descontraído e gera boas risadas em alguns momentos, mas possui um roteiro bem previsível que se arrasta no meio sem apresentar muitas novidades.
Depois de apresentar os personagens na primeira estação, o filme pára na segunda estação (que dura mais tempo no filme) e não traz nenhum avanço na história (exceto a barriga) como sugerido no início do filme.
Pra mim não tem mérito de estar concorrendo a Oscar, mas a academia está de pernas abertas para esse novo gênero.
Ellen Page parece que saiu de meninamá.com, inclusive tem uma cena no início em que ela tá com aquele gorrinho de chapéuzinho vermelho. Quase idêntico.
Como você disse, Michael Cera se encaixa muito bem no papel. Vamos esperar pra ver se ele não é um novo Keanu Reeves. :P
Resumindo, gostei, mas Oscar aí é zebra. :D
19/2/2008 às 08:07
Fala Mestre Jedi..
Assisti o filme nesse final de semana e fiquei impressionado. Finalmente conseguiram fazer uma boa história adolescente, com inteligencia, sensibilidade e um jeito de Quentin Tarantino para discutir um pouco de cultura POP. Merece melhor roteiro no Oscar.
Abraços.
19/2/2008 às 11:35
Fala Augusto,
realmente eu apostei num bolão que ele leva roteiro original.
[]´s
3/4/2008 às 19:04
O filme é meia dose. A história parece bem interessante no início, mas do meio pro final descamba para uma conclusão bastante desanimadora. Desculpem, mas notei que este filme retrata bem a derrocada dos valores mínimos exigidos para uma humanidade que se acha em evolução. A situação de irresponsabilidade, abandono e desprezo pela vida é irritante. Não gostei, típico da sociedade norte-americana: egoísta, consumista, hedonista e desumano.
9/4/2008 às 10:50
Juno traz veracidade e delicadeza, mesmo sendo cru ao extremo! O que quero dizer é que não se deixou levar para o dramalhão, nem pra comédia besteirol. Simplesmente, narrou uma história, se mantendo fiel à realidade que pretendia retratar. Juno é uma adolescente como muitas por aí: assustada, se esforçando para não se apegar ao bebê, tentando ser forte e querendo tocar sua vida adiante. Adorei o fato da protagonista não ser uma menina bobinha, imatura, culpando seu parceiro e tomando satisfações com ele mas, uma adolescente inteligente e sensata ao ponto de providenciar um desfecho feliz para o que seria um desastre na sua vida. O fato dela, mesmo no turbilhão que estava vivendo, enxergar naquele menino desengonçado (pai de seu filho) um provável amor também é louvável. A consciência de que trazia uma vida consigo, surgida ante o remorso no momento em que se preparava para o aborto, tudo sem dramalhão, sem discursos piegas. E quando tudo levava a crer que com a separação do casal de pretensos pais adotivos ela desistiria da adoção, ela simplesmente percebe o quanto a mulher era louca com crianças e decide manter o combinado: teve a sensibilidade de ver que ali havia uma mãezona para seu filho. Até o fato de não rolar romance entre Juno e o “pai adotivo” de seu bebê é algo que se deve levar em conta. Muitos filmes pecam nessa hora, forçando romances só pra obter mais ibope. Filme leve, realista, e simples como devem ser as melhores produções! Ah, a trilha sonora é deliciosa!!! Um tópico à parte para as músicas tão bem selecionadas! Destaque, óbvio, pra “Anyone else but you” entoada pelo casal adolescente, genial por representar um divisor de águas: acabava de deixar de lado a tristeza na maternidade (eles não podiam passar por aquilo ilesos) e no instante seguinte, a alegria de seguirem seus caminhos, ante a certeza de uma vida inteira pela frente.
21/5/2008 às 10:23
“Vamos assistir! Tomara que seja aceito e encarado com pitadas de boas críticas… “
26/5/2008 às 19:27
Este comentário é para o filme chamas da vingança, eu acredito que quem está criticando o filme é porque não viu, esse filme é um dos melhores filmes que eu já assisti com o Denzel Washingto, esse filme é nota 1000, o que os críticos não entenderam é que o filme é uma história real, não havia como a história não ser melodramática ou mesmo repetitiva como disseram, trata-se de uma história real. Nota 1000 para o filme “Chamas da Vingança”.
9/6/2008 às 00:01
em meio a tantos filmes absurdamente ruins e sem graça sobre jovens que vem surgindo impiedosamente a cada ano (como os american pie da vida), eis que surge algo de inteligente sobre o tema.
Juno é sem duvida nenhuma o melhor filme do ano e mereceu todas as indicações que teve para o oscar. Ellen Page está perfeita, absolutamente natural no papel da adolescente que engravida prematuramente. A sua relação com o mundo, seus anseios e sobretudo a relação com o casal que tomará conta de seu filho quando nascer são absolutamente sensacionais. Diablo Cody é uma roreirista de mão cheia e escreveu sua estória sem cair nos clichês naturais e com um final perfeito,e que poderia ter sido estragado se a roteirista tivesse se rendido ao “romantismo barato”.Fiquei surpreso com os comentários frios feritos para este filme pelas outras pessoa,e acho que este é um filme para ser visto e revisto até que entre na veia e na alma.
esperamos ansiosos por mais filmes da roteirista, do diretor e da maravilhosa ellen page…Nasce uma estrela !
3/11/2009 às 21:51
Gostei muito do filme,pois relata a realidade das meninas hoje em dia.é um pouco triste mas, fazem as pessoas pensarem mais no que fazem principalmente se tratando de um filho, eu nunca daria um filho
8/6/2010 às 16:35
o FILME ATÉ QUE É LEGAL!
bRINCADEIRA O FILME É MUITO CHATO
ODIEI UMA MERDA