Direção: Danny Boyle.
Elenco/Vozes: Rose Byrne, Cliff Curtis, Chris Evans, Troy Garity, Cillian Murphy, Hiroyuki Sanada, Mark Strong, Benedict Wong, Michelle Yeoh.
Na linha do tempo da ficção científica temos os marcos: 2001 – Uma Odisséia no Espaço, depois Star Wars IV e Matrix mais recente. Muita coisa mudou da percepção sobre o tema. Não entendam mal, eu gosto de 2001, mas convenhamos que tem coisas mais-do-que-chatas. Queira ou não, é um divisor de águas, aclamado e duramente criticado é o nosso ponto de partida. George Lucas já está eternizado com os 6 filmes dele, fez uma obra-prima, colocou ação no gênero. Lucas nem precisava fazer mais nada, vai acabar se complicando com umas direções desastrosas. Matrix foi a última revolução do gênero, misturando filosofia, computadores e ação, simplesmente perfeito.
É com essa base histórica que surge Sunshine, indiscutivelmente “inspirado” em 2001 em alguns aspectos, que acaba vindo junto coisas boas e coisas ruins, mas tendo uma certa preocupação em não ser tão monótono e filosófico como sua “musa”. A premissa do roteiro é que o Sol está se apagando, e com ele a Terra não duraria muito, o que faz o maior sentido. A missão espacial é reacender o Sol (!), e para isso uma tripulação fica responsável por essa tarefa. Essa á a segunda missão arquitetada para resolver esse problema, pois a primeira, Ícaro I, perdeu a comunicação com a Terra, e aparentemente não atingiu seu objetivo. É a vez da Ícaro II entrar em ação.
Gostei muito do roteiro bem amarrado, da preocupação com os detalhes, e não se amarrou com datas para justificar o futuro, e sim com ações. Quando, por exemplo, no momento que um dos tripulantes precisa fazer um conserto fora da nave, e fica nervoso, um outro tripulante tenta acalmar dizendo: você já fez isso centenas de vezes na órbita da Terra. Comprovando obviamente que para atingir um objetivo como ir até o Sol era preciso ter um conhecimento bem maior do que temos hoje. Outro ponto interessante é a presença de asiáticos, cada vez mais firmados como um povo de tecnologia de ponta, e em constante evolução.
Um fato bem interessante, e que merece elogio, é a presença de um tripulante psicólogo. Imagine a sensação de chegar perto do Sol, o que não pode causar na mente de uma pessoa? A tripulação só sonha com o Sol. E o papel do psicólogo é tão essencial como um físico, ou a especialista em botânica. Realmente uma ótima sacada. Apesar de todos os elogios o filme tem suas falhas, que é copiar o lado chato e burocrático de 2001, e além disso, algo que talvez nem seja falha, o filme não tem um protagonista bem definido, isso até o finalzinho do filme. O papel principal é dividido aos poucos entre os tripulantes da Ícaro II, o que não é convencional, mas pra mim fez falta. Contudo, temos uma boa ficção científica, bem fundamentada, que inclusive tem a ousadia de mudar totalmente o rumo para um final pouco convencional, e acaba virando um filme tenso e de suspense (vale lembrar a repetição da dupla Danny Boyle e Cillian Murphy em Extermínio).
Nota dos Leitores para “Sunshine - Alerta Solar”
1 Voto
Nota média: 4
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21/8/2007 às 15:50
Um ponto interessante do filme, que as vezes é até esquecida, é a trilha sonora. Para quem gosta de música eletrônica é um atrativo a mais. E não me refiro a músicas com 150 batidas/minuto, ok?!
Com relação a trama, ela toma um rumo que realmente não é de se esperar (não vou entregar), que vai agradar a alguns, principalmente os mais jovens e desagradar a outros. Independente disso, eu vejo excelentes elementos nesse filme, que vão desde as belas imagens até a atuação de alguns atores, principalmente o Cillian Murphy.
Três estrelas é justo.
22/8/2007 às 08:34
Eu não gosto de música eletrônica, independente da quantidade de batidas por minuto, por isso eu nem comentei a trilha, mas valeu pela citação, e acabei esquecendo também de falar também das belas imagens.
22/8/2007 às 09:33
Imagens bem legais mesmo, um destaque para a sala de observação do Sol. OST também mto boa, com um trance bem empolgante.
Não pretendo entregar nada do filme, mas quem tiver pensando em assistir e quer ter todas as surpresas que o filme reserva é melhor não ler o que vem em seguida.
O filme começa com uma abordagem bem legal. Ciência, Sci-Fi mesmo. Roteiro bem amarrado, sim. Mas a partir de um certo momento passei a acreditar que a ‘musa’(como diz o Jedi) foi Event Horizon (Enigma do Horizonte). Um filme legalzão, mas que não é 100% sci-fi. Tem elementos de drama e suspense fortes. Sunshine usou uma parte da trama de EH em um ponto que eu particularmente não achei nada legal, o desfecho do filme. Não foi nada inteligente, achei totalmente contrário à abordagem inicial do filme. A partir de um certo ponto (a parte de suspense no fim do filme) imperaram elementos como jogo de luz e cameras para dar a impressão de nervosismo. Gostaria de deixar mais explícito a parte que eu realmente não curti mas isso fica pra comentar com quem já assistiu.
Pra quem não assitiu posso dizer que é um Sci-Fi bom, com um final, ou melhor com um clímax que leva ao desfecho fraquíssimo, não por não empolgar, mas pela história mesmo. Roubada, nos dois sentidos.
A nota seria 3 estrelas fazendo um esforço.
22/8/2007 às 18:15
Cara quando vi o trailer desse filme, cheguei a rir da “besteirada” e minha namorada ainda hoje quer manter distância dele hehe. Mas é verdade que vi vários comentários bons sobre o filme, e to interessado em assistir.
O certo seria esperar um tempo antes de comentar isso, pra ver até que ponto o filme é diferente do que eu imagino, mas vou arriscar logo: não consigo ver como esse filme consiga, de alguma forma, ser fiel a realidade científica ou fazer qualquer sentido. O Sol apagando? Mesmo forçando a barra, ele só poderia apagar se ele fosse implodir, o que acabaria em uma supernova, e algo um pouco mais sério. E ainda por cima, viajar para o sol, chegar perto do sol para fazer algo? Rapaz, tá complicado de ter algum sentido nessa história, mas estou realmente curioso para ver o filme. O difícil agora vai ser convencer a “madame” :).
22/8/2007 às 18:25
Ahhh.. sei que vo dá uma de “chatão”, mas tive que comentar sobre a questão do psicólogo hehe :). Apesar de eu pessoalmente aceitar a idéia, venhamos e covenhamos isso aí já virou meio clichê, copiando idéias de outros filmes como Esfera e Solaris. Nestes outros vejo até que o aspecto mental era mais forte - não sei até que ponto “viajar até o sol” seja uma análise digna de Froid. Mas pelo que vi, o filme tem alguns pontos mais obscuros e complexos e talvez por isso seja importante. Mas pensando por cima, não sei até que ponto um psicólogo iria (ou vai) realmente nestas missões.
Vlw.
23/8/2007 às 10:30
Vai ver o filme e pare de viajar rapaz. Veja o Sol apagando como uma premissa ou um axioma, assim como te disseram que todo número elevado a zero é igual a um. Você não vê impacto algum sobre chegar próximo do Sol? O Sol sempre foi cultuado de alguma forma, no início era visto como um Deus. E até hoje é visto com grandeza. Tem um monte de gente que fica tenso em fazer vestibular, imagine chegar bem próximo ao Sol. Melhor pensar um pouco nisso cara. Ah, eu ia chamar você de “chatão”, mas você já fez. Abraços!
23/8/2007 às 11:34
Bode,
No filme, o Sol não está realizando a queima de matéria corretamente devido a presença de um elemento resultante da explosão do Big Bang. A bomba que eles carregam é para eliminar tal elemento fazendo com que o Sol volte a realizar sua “combustão” corretamente.
De verdade, alguns cientistas estão tentanto confirmar essa teoria com o nosso Sol.
24/8/2007 às 09:09
É, não soou tão verdadeiro, mas também não foi dos mais bestas. Vou ter que consultar meu Phd. Brother pra ver o que ele acha hehe. Mas e quanto a eles chegarem perto do sol, enviarem algo pra lá, ou conseguirem de alguma forma interferir naquilo? Tem alguma explicação plausível pra isso? ehhe.
Quanto a explicação do Sol-Deus e Sol x Vestibular do Michel, me pareceu mais um argumento que você inferiu após ver as próprias explicações do filme/produção, do que algo que você falaria por si mesmo hehe. Psicólogo pra aceitar uma viagem ao Sol? Argh. Talvez pra que todos aceitem a missão “suícida”, pra aceitar ficar tão longe de casa, ou pra que nenhum homosexual aproveite pra sair do armário, por aí tudo bem. O resto tá osso ehehehe (P.S: agora vou ter que fazer juz ao nome “chatão”).
Já convenci minha namorada… acho que vai dá pra alugar o filme sim :). Vo ter que ver uns 7 desenhos da Disney, mas vai dá certo…
25/8/2007 às 15:03
cara, bode, tá foda, tu é chatão mesmo e eu também, pois eu sempre respondo. Por falar em inferir, você acabou se contradizendo totalmente, inferiu como se eu tivesse visto material de produção, e eu não vi nada além do filme. Cara, se pra você ver o Sol a poucos Km é normal, pra mim e pro diretor não é tão simples. Você está falando demais pra quem nem viu o filme, a missão não é suicida. Conselho: vê o filme sem preconceito, sem pensar nessas bobagens que você está dizendo e pensando. Ai você vem e posta algo mais concreto. Abraços e bons filmes :D
27/8/2007 às 14:42
Pois é, foi o que eu disse no primeiro post, eu realmente deveria ver antes o filme e depois falar algo, mas preferi dar uma de chato e abrir a boca logo hehehe.
E vou ver o filme sim, e pode deixar que sei colocar as coisas de lado na hora de curtir o filme, na certa vou gostar… só achei melhor deixar registrado algumas dúvidas/problemas que eu vi na história antes de qualquer coisa… :). Quando eu ver, agente discute mais. ehhehe
31/8/2007 às 12:24
Bode, vai estudar astrofísica, depois volta aqui e escreve algo fora desse seu senso-comum de favela!
5/9/2007 às 18:33
Opa.. confesso que estava esperando uma mensagem dessa, desde o primeiro post! :). Talvez tenha sido um dos motivos de ter postado eheheh!.
Pois bem, eu já estudei astrofísica sim. Li dois livros do Stephen Hawking (pela arrogância do seu post, vou assumir que você sabe quem seja), e tenho horas e horas de troca de informação com meu irmão, Phd em Física.
E é exatamente por isso que não consegui acreditar na premissa do filme. Achei bastante forçado.
Se você é por acaso físico, e tem explicações “ótimas” para quão possível é essa trama, por favor se explique. Se você não é, bem, fica complicado discutir com alguém que escreve com tamanha arrogância sem nem mesmo ter embasamento :)
Antes de pedir uma opinião de um Phd e encerrar de vez a discussão (o que seria chato), vou colocar aqui alguns comentários.
1. Como eu disse, eu sol poderia sim apagar, só mencionei uma das possibilidades, existem outras de fato, só que pela explicação do filme não vi uma que se encaixe corretamente. Após a explicação do Tarso (materiais estão acabando), a coisa leva um rumo.
2. Se ele estará realmente “morrendo”, isso significa que as fusões nucleares estarão acabando, por falta dos materiais que resultam nestas fusões, até onde eu saiba relacionados a gravidade das extremidades (superfície) do sol, que gera força necessária para as fusões dependendo do material. Pelo que me lembre, na superfície existem alguns materiais com bastante hidrogênio.
3. Se isso fosse realmente acontecer, o que já parece bastante fictício/forçado, não consigo entender como uma máquina humana faria qualquer diferença. Afinal de contas, enviar uma bomba para o sol? Como se a bomba fosse chegar lá (as temperaturas deveriam impedir a aproximação), como se o ser humano conseguirá chegar tão longe em 2057, e como se qualquer bomba criada pelo homem possa “reacender” o Sol. São muitas possibilidades extratamamente forçadas. Se são ou não mentirosas, aí não vou entrar no assunto, pq afinal de contas muitas coisas são possíveis mas, mesmo assim, no senso comum, absurdas.
4. Veja os comentários em http://en.wikipedia.org/wiki/Sunshine_%282007_film%29#Critical_reaction, e você verá que não sou só eu com esse “senso-comum de favela”. Muitos cientistas e físicos também descordaram com as premissas do filme.
Pense duas vezes antes de agredir alguém precipitadamente, principalmente se você nem mesmo ouviu a opinião ou idéia desta pessoa ainda :).
Beijo na bunda e até segunda…
6/9/2007 às 11:30
Bode,
Você é teimoso mesmo. :P O cientista que está tentando confirmar a hipótese que eu mencionei no post acima fez parte da equipe do filme. E o estado do Sol representado no filme é diferente de uma estrela morrendo.
Então, baseado na viagem do cientista veio a premissa do filme.
Agora me responda, se até Transformers pode por uma loira siliconada hacker magnífica em TI e você acredita, porque ficar perseguindo Sunshine?
Todo Bode é teimoso mesmo. Hehehe.
9/9/2007 às 10:09
É… bons argumentos :).
To só de zueira mesmo. Eu queria apenas mostrar que o filme tem uma premissa bastante arriscada, e que com o elenco e todo o estilo do filme, a impressão que dá é de um filme besta e mentiroso. Quando vi o trailer, pensei que fosse um Quarteto Fantástico metido a ficção científica ehheheh.
Mas eu normalmente não me decepciono com filmes que muitas pessoas gostam, acho que vo gostar sim. E pelo visto as mentiras são dentro dos limites, tendo o filme um comprometimento científico e tudo. O que é bom saber.
Vou assistir e pronto. Fim de conversa :).
11/9/2007 às 10:00
Olá a todos,
como cinéfilo inveterado e amante da boa ficção científica tenho que concordar com o bode. A premissa do filme é inviável.
Mas tudo depende do que pretende o filme. Se quer ser apenas um filme de aventura como Star Wars e Transformers em que a platéia pode recostar-se na poltrona e desligar o cérebro (ao menos a área do senso crítico), tudo bem. Agora se há uma preocupação com a plausibilidade, aí começa a ficar complicado. E Sunshine parece pretender seguir pela segunda opção.
Não sou astrofísico mas por tudo o que li o fim do nosso sol não seria assim. E qualquer fenômeno que prejudicasse a queima de material no interior do sol implicaria em colapso gravitacional. Toda a teoria a respeito dos buracos negros gira em torno disto.
Por outro lado, detendo 98,5% de toda a massa do sistema solar como poderia ser o sol afetado por qualquer insignificante artefato humano. Mesmo uma bomba do tamanho de Manhattan! Que diferença faria em dimensões titânicas como estas?
Para se ter idéia a energia produzida no centro do sol demora cerca de 1 milhão de anos para atingir a superfície e ser irradiada como luz…
Eu vi o filme e gostei do clima, dos atores, mas a história ficou devendo.
Abraço
20/9/2007 às 17:51
EU GOSTO MUITO DE STARWAR MAS MEUS AMIGOS FICAM RINDO DE MIM EU ADOREI OG
27/9/2007 às 09:34
Eu cresci com StarWars, sou fã também. Mas é aquela coisa, todos os planetas possuem atmosfera igual à da Terra. Até aí tudo bem, só se colonizaria planetas assim no futuro. Mas a mesma gravidade… O mesmo campo magnético… mesma temperatura….
É uma grande saga, mas muito mais ficção do que científica.
Abraço
1/10/2007 às 11:28
Concordo Miguel. Eu finalmente vi o filme. Tive que ver alguns desenhos com a namorada para compensar, e ela durmiu mais ou menos na metade eheh, mas eu gostei. Gostei pela trama em si, pelos efeitos especiais, e gostei pelas cenas meio “espirituais” que apesar de um pouco forçadas, são emotivas. Acho que eles tentarem se inspirar bastante em 2001 - Uma Odisséia no Espaço, e isso trouxe boas coisas, mas não conseguiram se “separar” totalmente do clicherismo hollywoodiano, e o elenco e clima meio “teen” do filme acaba prejudicando nesse ponto. Enfim, poderia ser uma ficção séria ou um filme de ação sem sentido. Ficou no meio termo, o que para o esperado, é bom. Mas poderia ser ótimo.
Quanto as mentiras, achei depois das discussões que eu ia aceitar melhor a história, mas realmente é bastante complicado. Primeiro as próprias explicações da “morte do sol” são explicadas nos bastidores, porque o próprio filme fala pouquíssimo. Depois eles ficam na dúvida se tratam o sol como um sol morrendo, o que possibilitaria a proximidade, ou um sol ainda forte, com temperaturas elevadíssimas. Partes do filme são explicadas pelo sol está mais fraco, partes pelo sol estar ainda forte. Fica uma contradição complicada de engolir. E existem uma meia dúzia de mentiras e exageros que poderiam ter sido evitadas, não agregam nada ao filme. Como os dois que passam de uma nave pra outra enrolados em alumínio :), ignorando não somente a temperatura como pressão (sanguínea, etc), radiação e outros fatos que tornam aquilo absurdo. E sem contar o vilão, que apesar de ter uma história legal (achei interessante o ponto religioso), vira um homem torcha sem sentido :). E tem ainda os pontos que você levantou, da nossa incapacidade de mudar aquela realidade. Tanto a bomba não teria impacto significativo, como seria muito complicado fazer ela chegar lá.
8/10/2007 às 09:34
A gente, se discute filmes, é porque os tem em boa consideração, não é?
Então é razoável, ao menos para mim, que a premissa inicial de qualquer ficção possua um mínimo de viabilidade, ou melhor, plausibilidade.
É muito questionável este argumento de que a aproximação do sol seria possível pela sua debilidade… Tudo o que acontece com nosso astro rei é de tal maneira portentoso que qualquer mínima mudança relevante para as suas proporções seria invariavelmente funesta para nós, habitantes de uma fina película sobre a Terra.
Sem esquecer do colapso gravitacional que faria em picadinho a espaçonave. A começar pela proa seguindo para a popa conforme a diferença de gravidade entre os dois pontos.
Falando no aspecto espiritual religioso há dois comportamentos opostos neste sentido. Há o do vilão, que revela a face fanática e patológica da fé que não pode levar a outra coisa senão à destruição. Mas também existe o da moça com o crucifixo que de maneira especial demonstra o cristianismo real como doutrina do amor ao interceder pela vida tripulante votando contra a sua morte.
E neste ponto surge também a boa caracterização de um valor singular do personagem oriental: a honra. Sua importância é tal que leva à escolha do suícidio quando em falta com ela.
Neste ponto o filme se supera. Talvez desse uma boa história sobre naufrágio ou queda de avião.
Abraço
26/11/2007 às 10:59
Gostei demais do filme, ele escorrega um pouco, mas consegue passar um pouco do sentimento que um evento desse causaria no ser humano, a trilha sonora junto com aqueles momentos intimos em que os personagens tem quase uma experiencia religiosa quando se banham de sol ja vale o ingresso do filme nos grandes do genero.
Só acho que na lista dos grandes filmes citados la em cima na critica, teria um lugar de honra pra Blade Runner, esse filme mistura os elementos de 2001 com uma dinamica mais agil e pra mim é o melhor scifi ja feito.
4/12/2007 às 10:09
Blade Runner não dá pra colocar com os outros, está muito acima.
5/12/2007 às 12:58
Blade Runner beeeemm acima, sem dúvidas. Mas ao mesmo beeeeeeemmmm bem bem bem abaixo de 2001: Uma odisséia no espaço. Só pra deixar registrado :)
5/12/2007 às 16:24
Eu gostei de 2001. Lembro que cheguei a ler uma versão condensada do livro de Arthur C Clarke. Excelente obra cinematográfica. Mas como filme, Blade Runner é mais denso. Ainda na frente em minha preferência.
Abraço
15/12/2007 às 21:18
Só por curiosidade, sabem porque o HAL 9000 de 2001 se chamava HAL? Talvez não esteja contando novidade nenhuma mas vamos lá. A época era o auge do domínio da Big Blue no mercado de mainframes, então substituindo cada uma das letras de HAL pela sucessora no alfabeto temos: H=I, A=B e L=M, ou seja IBM. Olha só o merchandising subliminar dos caras.
Abraço
18/12/2007 às 14:40
É um filme legal, não gostei muito da vivencia entre os tripulantes, um tanto infantil mesmo naquela situação. Prefiro StarWars hehehe.