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O Código da Vinci

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Direção: Ron Howard.
Elenco: Tom Hanks, Audrey Tautou, Ian McKellen, Jean Reno, Paul Bettany, Alfred Molina, Jürgen Prochnow, Jean-Yves Berteloot, Etienne Chicot, Jean-Pierre Marielle.

Finalmente estreou o tão esperado (!) e polêmico filme do ano. Desde A Paixão de Cristo não se fazia uma celeuma a cerca de um filme. E graças a tanto rebuliço por parte de xiitas imbecis, O Código da Vinci se tornou a segunda maior bilheteria de estréia até hoje. Se vale a pena assistir? Coma bosta, milhões de moscas não devem estar erradas. Brincadeirinha. Se fosse para pendurar um rótulo seria: nem tanto. Porque não é tão ruim quanto a crítica falou, nem tão bom quanto a bilheteria faz parecer. Não vou entrar no mérito da qualidade literária do livro do Dan Brown, eu só sei que até quem não sabe lê, leu. Mas a grande falha do filme é justamente acreditar nessa última frase. Pois nem todos leram o livro, não era pra ser pré-requisito. E como diria um sábio: filme é filme e livre é livro (o mesmo inventor do clássico é clássico). Para suprir a necessidade de tanta informação foi usada a técnica dos flashbacks, que é legal quando bem usada, mas não é o caso. Fica difícil para mim que leu o livro, saber se alguém que não leu o livro vai entender completamente o filme. Mas se for para apostar eu digo: duvido que entenda completamente. Buracos dignos de um queijo suíço. Por falar em comida, mas que vergonha um casal de protagonistas tão sem sal. Hanks até tenta, mas é limitado pela pouca chance de apresentação do seu personagem. Já nossa Amelie Poulain está apagada, sem ritmo, sem química, sem física, matemática, inglês, etc. Depois de celeuma, é a vez de usar a palavra sinestesia, que falta de sinestesia entre esse casal. Já nosso Magneto, Gandalf, mata a pau como sempre, e só não mostra o pau porque ele gosta é da cobra (ui!). No bom e velho malandrês, o velho se garante. Se Ron Howard fosse esperto, teria se preocupado mais com o roteiro, teria retirado apenas a boa trama do livro e deixado de lado tanto clichê que tem nos livros do Dan Brown. Mas o que mudou não melhorou em nada, e algumas vezes até piorou. Para agradar a todos ele fez um Langdon defensor da Igreja Católica (que meigo, que politicamente correto, se não fosse um lixo). Na tentativa de agradar todo mundo e abraçar o mundo com as pernas acabou sumindo algo, e sabemos aonde foi parar. Mas uma história assim precisa ser contada no cinema. Estava tudo pronto, era só filmar, mas ainda erraram, e muito.

Nota dos Leitores para “O Código da Vinci”

1 Voto
Nota média: 1

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14 Comentários para “O Código da Vinci”

  1. Edge disse:

    Pronto! era a desculpa que eu precisava pra esperar o filme sair em DVD e eu pegar emprestado de alguem que alugou:)

  2. Hemeterio disse:

    Gostei de ambos, Michel: da tua crítica e do filme. Escaldado, não esperava grande coisa de mais essa adaptação de livro. Fui de espírito livre e cuca aberta, como diria o personagem Teabiling do Ian McKellen.

    Quem quiser ver uma adaptação decente e fodona sobre um tema polêmico, vejam a Última Tentação de Cristo, tanto o livro como o filme, que podem ser vistos/lidos independentemente. O livro é do Nikos Kazantzakis e o filme é do Martin Scorsese. Só.

    É isso aí.

  3. JC disse:

    Num achei q o Langdon fosse defensor da Igreja naum. Concordo com alguns pontos da crítica. Acho q toda a agitação em volta do filme acabou infuênciando na opinião de muita gente.Na minha opinião vale a pena ser visto, principalmente se tiver lido o livro e gostado.

  4. Fabux disse:

    Acho que lendo a critica ,descobria solução para as asptações.
    Passemos de agora em diante a ler o filme e assistir o livro..
    Ninguem mais ira se decpcionar
    bjundas

  5. Fabux disse:

    Assisti ao filme ontem e deixo aki meus coments:

    O oscar vai para Jean Reno que foi 100% Bezu em todos os aspectos,postura,jeito de falar andar e acima de tudo captou a alma de cada cena.

    Tom Hanks 99,99% Langdon (só pra não banalizar os 100% de bezu)

    Mc kellen 99,5% Leigh, nesse caso a penalidade foi para a direção e não para Sir.

    Paul mostrou quem é, e apesar de estar longe de ser o Silas fisicamente,o cara segurou no carão e merece aplausos de pé.

    Que?

    ahm…

    Quase me esqueço e por motivos obvios tatoou foi mais uma vez 100%,100% Amelie Polain.

    Bom mudando agora de Pau pra Cacete,que a linguagem do cinema é diferente da literaria não é preciso pós-graduação em harward para saber,but,uma coisa é você omitir fatos que não fariam “falta” no filme,outra coisa e vc fazer alterações bruscas nos fatos da estória,fatos que vou me permitir não enumerar pq … porra ja to passando mal de novo.
    Querem saber a verdade ,acho que tiveram muita pressa em fazer este filme e o resultado foi um roteiro em que eu e vc caro leitor ficamos com aquela sensação de : -pow acho que até eu faria melhor.
    Outra , a estória é mirabolande e cheia de codigos dificeis de serem solucionados,e para quem não leu o livro,ver esses fatos sendo solucionados em segundos soa ridiculo.
    Comentem por favor…

  6. Turambar disse:

    Ei Julio, concordo com vc, que o Langdon na cena estava mais para contestar a validade das fontes utilizadas pelo Teabling, mas mesmo assim, pareceu realmente que ele fazia uma defesa da Igreja, acho que isso é bem claro no filme. Se não me engano, no livro é completamente diferente, e toda a teoria citada pelo personagem de Sir Mackelen, é tb defendida por Langdon. Tb me senti desconfortável naquela passagem.

  7. Evandro disse:

    Realmente o Langdon do livro concorda com as teorias do outro personagem. O Langdon defensor da igreja é uma ivenção do filme. Isto nem me incomodou muito. Como as terorias do livro não se sustentam históricamente, nem me importa do diretor as ter desrespeitado. Elas já não merecem respeito mesmo!
    O que fizeram com o Hanks? Um personagem tão sem graça até o Mário Gomes teria feito e o resultado final não seria muito diferente.
    PS: Se tiverem um tempo, confiram meu mais novo projeto: o blog RESTINGA MUSICAL(http://restingamusical.blogspot.com). Obviamente, continuo no cinelândia!Um abraço!

  8. Lusi disse:

    Quem Somos Nós? Não é um filme tradicional que vemos outras pessoas vivendo aventuras,
    comédias e problemas policiais. É um filme sobre nós mesmos que nos
    faz refletir sobre nossas vidas. Sem grandes efeitos visuais ou sonoros
    característicos das grandes produções. É um filme que nos convida a
    assumir uma postura mais ativa diante da vida. É um chamado para
    acordarmos e assim caminharmos mais rápido para a paz e a felicidade.
    Não a felicidade passiva do céu religioso que diz que ser feliz é
    algo distante, uma meta que um dia poderemos alcançar. Mas sim a
    felicidade do dia-a-dia, mesmo diante dos problemas pessoais q cada um
    de nós enfrentamos. As idéias apresentadas são fundamentadas pela
    Física Quântica.

  9. alberto disse:

    muito bom o filme não percam…maneiro o blog

  10. Aline disse:

    Ah! Fala sério:
    1º nenhum filme até hoje foi igual ao livro, mas esse passou looonge demais, credo!
    2º Genteeeeem como assim? coisa mais sem pé nem cabeça, quem não leu o livro boiou geral!
    3º Saí com a sensação que podia fazer melhor SIM!
    4º Vamos combinar: a melhor atuação foi do “Silas”!
    Filmixo: fraco, fraco e fraco!

  11. symonn disse:

    o filme é orivel

  12. leonardo disse:

    Acho que algumas pessoas querem mudar a história da humanidade criando algo que busque impressionar os outros, só espero que as pessoas que assistirem não percam a fé, nem o temor a Deus e principalmente tenham maturidade cristã de entender que o que mancha o homem não é o que entra, e sim o que sai.

  13. Paulo Assumpção disse:

    Jedi, o tom gaiato do seu post já diz tudo: não dá mesmo para levar a sério “O Código Da Vinci”… livro e filme. Muito barulho por nada! Que a Força esteja com você!

  14. Mauricio disse:

    Meu amigo Leonardo,ng quer mudar a história, e por falar em mudar, vc sabe qual é a verdadeira história da humanidade? É claro que não! Só é mais um fanático retardado que acredita em tudo que lê e no q os outros dizem, busque a sua verdade meu amigo, ela está em vc e ñ na Bíblia e em religiões idiotas, e fala sério, perder a fé e temor, TEMOR???? ñ acredito q vc disse isso, então quer dizer q vc é cristão por MEDO e ñ por acreditar em DEUS, q comentário foi esse, acorda pro mundo. Falow…

 
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