Direção: James McTeigue.
Elenco: Natalie Portman, Hugo WeaVing, Stephen Rea, Stephen Fry e Jhon Hurt.
Veja bem o que a Veja não Viu. V não é só Violência, e também não é uma Verdade absoluta. Vacilo comparar Bin Laden com Guy Fawkes. Acho que não Viram o mesmo que eu. A preocupação em mostrar que aquilo era apenas simbólico era tão grande que tornaVa sendo chata e desrespeitosa, no sentido de todo instante dizer: se Vocês não entenderam o filme está falando de idéias, ideais, de não ao conformismo, que o poVo não deVeria ter medo dos goVernos, os goVernos sim deVeriam ter medo do poVo. Explodir um edifício nesse caso é tão simbólico quanto em Clube da Luta, será que não conseguiram abstrair? Além disso, esqueceram que se trata de um personagem de quadrinhos, que é ficção. Não precisa se preocupar em distinguir se é um filme de ação ou uma crítica política-social. É e não é ao mesmo tempo. Quem tem o controle? Quem pode ter o controle? Essas são as perguntas. Então Vamos marchar para Brasília com coletes de bombas e gritando ViVa a ReVolução? Claro que não. Sorte minha que acordo hoje cedo, ligo a TV e escuto: o primeiro ministro francês cede ao poVo e Volta atrás com a lei do primeiro emprego. Isso é fantástico, depois de dois meses de protestos o poVo Vence. Isso é só a ponta da ponta, da ponta do iceberg que V fala. Depois de 10 anos fuçando na trilogia Matrix, os irmãos de nome complicado Wachowski realizam um noVo projeto, crédito dado apenas ao roteiro. Roteiro este que não foi bem Visto pelos xiitas dos quadrinhos. Mas esses não passam de uns chatos radicais que nunca ficam satisfeitos. TalVez seja mais fácil dizer o que V não é do que tentar resumir o filme em uma frase. O lado curioso fica por conta da Natalie Portman ter raspado de Verdade o cabelo e Hugo WeaVing atua no papel de V e nunca mostra seu rosto. Quanto a isso não se preocupem, Natalie fica linda mesmo careca e é impressionante como dá para perceber sentimentos e emoções de Hugo mesmo com aquela máscara sorridente.
Nota dos Leitores para “V de Vingança”
2 Votos
Nota média: 4.5
Aproveite e deixe um comentário com sua opinião sobre o filme.


10/4/2006 às 11:32
Valeu meu primo, concordo plenamente com Vc.
10/4/2006 às 14:06
Destaque para o rosto do V, que não aparece, e para o rosto do Chanceler, que aparece o tempo todo e enoooorme. Puta sacada! Quem tem mais poder?
Belo comentario tambem, M!
10/4/2006 às 17:42
Gostei da sua criatiVidade nobre Bibas, ficou muito bom. Você é o cara.
14/4/2006 às 02:24
muita alaúza em cima deste filme
mas ele não tá me parecendo grandes coisas.
15/4/2006 às 15:19
Cara, fiquei ainda mais doido para ver este filme! Valeu! Vou Voar para Ver!!!!
Uma nota desagradável: ridícula a quantidade mínima de salas reservadas para este filme. Terei que andar quilômetros para vê-lo. Enquanto isso, porcarias ocupam trocentas salas!
15/4/2006 às 15:34
Há muito que não dou bola para o que o pessoal da Veja escreve. Adoram tentar manipular a opinião pública de acordo com as idéias, as ligações e os interesses políticos de seus editores. Qualquer semelhança com o que ocorre no Estado fascista de V…
Boa Páscoa!
15/4/2006 às 19:15
jente jente tao brincando com fogo olha não sou apoador dos clasicos mas star wars sempre e legal mas mesmo assim acho que o 6 não e muito legal mas lembrese LUKIM EU SOU O SEU PAI
16/4/2006 às 17:55
V de Vingança é Visceral. A melhor adaptação já feita para o cinema de uma história em quadrinhos. Não consigo entender por que estão fazendo todos aqueles protestos em Nova York. É coisa de gente sem ter o que fazer, então aproveita para falar mal do trabalho dos outros. Podem até me chamar de louco, mas nem mesmo Matrix supera V de Vingança em originalidade. Abraços de um admirador de blogs alheios.
25/4/2006 às 16:29
Depois de ler sua crítica, arrumei uma Veja para ver o que diziam. Há muito tempo não leio as críticas de lá. Quando li a desse filme lembrei porque. Excelente filme e muito criativo seu jeito de critica-lo. Gostei do jeito de pensar.
26/4/2006 às 10:46
Vamos lá!
Tento, doravante, retomar a arte de comentar em blogs. rs.
Como o filme preconiza em toda sua duração, uma idéia não morre.
Penso que é o tipo do filme que tem como intuito cumprir uma função de pensar.
É bom. Independentemente de ser uma obra cinematográfica ou não, é assunto para se pensar.
Não no sentido de sair do cine e quebrar tudo. Não é isso, mas ponderar qual o nosso papel ante a tanto conformismo e manipulação. E, até mesmo, admitir nossa ignorante alienação.
V não é um homem, é uma idéia bem simbolizada. Lamento pelo fato de que, ao que me parece, na nossa realidade, os símbolos são mais consumidos que idéias.
Portanto, consigo vislumbrar muitas manifestações visuais do filme, mas pouco barulho comportamental e mental!
Escreves bem, meu caro. Tu tens uma perspicácia apuradíssima para inserir discussão. Torna quase impossível ler e não querer comentar.
Abraço!!!