Agora você pode dar sua própria nota para os filmes comentados no Cinéfilos.
Clique nas estrelas à direita, dê sua nota e aproveite para
deixar um comentário justificando sua opinião.

A Vila

19 Comentários »     Dê sua nota: 1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas Carregando ... Carregando ...

Direção: M. Night Shyamalan.
Elenco: Joaquin Phoenix, Bryce Dallas Howard, Adrien Brody, William Hurt, Sigourney Weaver, Brendan Gleeson, Cherry Jones, Celia Weston, Judy Greer, Michael Pitt.

Como falar de um filme em que qualquer informação pode de certa forma estragar a exibição do mesmo para quem ainda não viu? Esse é um dos motivos pelo qual vejo todos os filme do Shyamalan na estréia e nunca leio nada a respeito do mesmo. Qualquer informação a respeito do filme pode acabar induzindo quem assisti a seguir um ou outro caminho. Na minha opinião até mesmo o trailer pode interferir.
Sou um fã desse Diretor/Roteirista, acho seus filmes fascinantes. Quase congelo do susto que tomei quando o personagem de Bruce Willis descobre que já havia abotoado o paletó de madeira ainda no começo do “Sexto Sentido”. Vibrei quando o mesmo Willis começa a aceitar que é um herói e descobre o seu grande antagonista em “Corpo Fechado”. Chorei juntamente com a família de Mel Gibson com medo do que aconteceria no futuro no injustiçado (na minha opinião), “Sinais”. Tudo isso sempre com o inevitável envolvimento com a trama, causado pelos roteiros perfeitos e sem furos do Indiano.
Dessa vez, a história se passa em uma pequena vila cercada por uma grande floresta, no interior dos E.U.A. em pelo século XIX, os moradores vivem em uma paz absoluta em uma área delimitada e protegida, seguindo 3 leis que são fundamentais para a sua existência, pois existem criaturas na floresta que sempre os observam.
E tudo se encontrava em paz, até que as criaturas começam a se sentir ameaçadas…
Essa história, juntamente com a escolha de um espetacular elenco e uma ótima direção, fizeram desse um bom filme, mas infelizmente não ao nível do “Sexto Sentido” e “Corpo Fechado”.
E infelizmente, após sair da Sessão de “A Vila” cheguei a conclusão de que o grande diferencial dos filmes do Shyamalan é exatamente o que está estragando seus filmes. Eu já entrei no cinema disposto a descartar todos os finais que eu viesse a imaginar durante a exibição (e sem brincadeira, ele foi um dos que pensei). Sem falar que pensando bem, os seus filmes acabam ficando bastante parecidos um com o outro, desde os sustos causados por jogos de câmera e som muito bem feitos, até os próprios dramas vividos pelos personagens.
Esse é um bom filme, que com certeza deve ser visto por todos. Apesar de não ser nem de longe o que eu pensava e em concordar que todo aquele marketing feito pela tv clamando a quem visse que não dissesse o final a ninguém é o que deve estar salvando o filme de um fracasso de bilheteria, acredito que quem gosta de cinema de qualidade e dos filmes do Shyamalan deve ir sim, ver esse filme.
E depois? Ainda bem que existe a boa e velha mesa de bar para as intermináveis suposições feitas por nós, CINÉFILOS!!!

A Batalha de Riddick

7 Comentários »     Dê sua nota: 1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas Carregando ... Carregando ...

Direção: David Twohy
Elenco: Vin Diesel, Judi Dench, Colm Feore, Thandie Newton, Karl Urban, Alexa Davalos, Linus Roache, Nick Chinlund, Keith David.

Lembro que em 2002 estava eu a passear pela locadora e pego um determinado filme chamado “Eclipse Mortal”, que foi lançado em 2000, eu pensei, “Que legal, parece bom é com aquele cara do Resgate do Soldado Ryan”, então eu loquei, onde fiquei supreendido com o desenrolar do filme, com um bom roteiro, uma direção segura e um cara durão que nao intepreta, apenas aparece na tela, mas isso já é suficiente para dá vida ao personagem Riddick, eu recomendei aos meu amigos que assistessem, nem todos me ouviram. Como o filme que não tinha pretensão nenhuma e fez sucesso pq não tornar uma triologia e foi o que aconteceu, ainda teremos uma terceira parte com o Riddick, devido a isso os produtores injetaram uma bagatela de 105 milhões de doláres na continuação, onde a maior parte foi para os efeitos especiais, que são fantásticos, as naves e a fotografia do filme são excelentes, mas como todo filme de ação o filme se perde no roteiro e mais uma vez vemos uma pedra intepretar o personagem principal, o elenco também não ajuda muito, mas o filme tem vários momentos bons que vale pelo menos a meia entrada do cinema, se comprar pipoca, sai mais caro e nao vale tanto assim e vamos aguardar pela a terceira parte, qual será o grande desafio de Riddick.

Alien Vs. Predador

10 Comentários »     Dê sua nota: 1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas Carregando ... Carregando ...

Direção: Paul W.S. Anderson.

Elenco: Sanaa Lathan, Lance Henriksen, Raoul Bova, Ewen Bremmer, Colin Salmon, Tommy Flanagan, Agathe De La Boulaye.

Sem dúvida um dos piores filmes em cartaz atualmente. Tirando as partes engraçadas de tão ruim, e as cenas que envolvem os donos do título do filme, o resto é lixo. Uma das piores estórias já contadas. Um péssimo início, uma horrível construção de personagens, um monte de diálogos inenarráveis, e um roteiro que mais parece um queijo suíço são argumentos fortes para não recomendar ninguém a ver. A parte engraçada acontece em qualquer diálogo, é rir pra não chorar, por falar eu rir, eu não consegui parar de rir achando o Predador meio estilo Carlinhos Brown com aquele cabelo dele. Eu poderia dar mais detalhes e exemplos sobre o filme, mas ele não merece. Quem avisa amigo é.

Matadores de Velhinhas

4 Comentários »     Dê sua nota: 1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas Carregando ... Carregando ...

Direção: Joel Coen e Ethan Coen

Elenco: Tom Hanks, Marlon Wayans e Irma P. Hall.

“Matadores de Velhinhas” é um remake de uma comédia de 1955 escrita por William Rose, dirigida por Alexander Mackendrick, com Alec Guiness (ator conhecido também como o velho Obi-Wan Kenobi) no papel principal. Na versão atual, quem assina a direção e a produção é a famosa dupla de roteiristas e diretores, os irmãos Coen, somente por eles o filme já vale a pena, também conta-se com um bom elenco, onde, mais uma vez nota-se a versatilidade de Hanks.
Acontece que o filme não engata. A maioria dos truques são repetitivos e em muitas cenas, como as do professor tentando enrolar a velhinha, são absolutamente chatas, longas e desnecessárias, pois usa-se muitas palavras para explicar uma coisa simples, quebrando o ritmo que a comédia tenta estabelecer em outros momentos. O filme demora a acontecer, de fato não acontece, garante poucas risadas, ou nenhuma risada para os mais exigentes.
Certamente a parte mais hilária é da velhinha, onde mostra seus hábitos, trejeitos, modo de vida, a sua forma de falar e andar, pois são mostrados de uma forma sutíl e engraçada.
De qualquer forma é bom filme, com algumas risadas garantidas, e também lembra um outro filme dos irmãos Coen, devido ao estilo de comédia, “E aí meu irmão? Cadê você?”, principalmente por causa das músicas, fotografia e estilo de vida dos moradores da pequena cidade.

Colateral

1 Comentário »     Dê sua nota: 1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas Carregando ... Carregando ...

Direção: Michael Mann.

Elenco: Tom Cruise, Jamie Foxx, Jada Pinkett Smith, Mark Ruffalo, Javier Bardem, Peter Berg, Bruce McGill, Irma P. Hall, Jason Statham.

Dentre algumas atuações fracas e outras razoáveis, dessa vez Tom Cruise consegue arrancar uma razoável. Dessa vez ele não é o mocinho que tem um problema e não consegue ser o melhor, mas arruma uma namorada e finalmente consegue ser o melhor. Ele é um assassino contratado que tem como missão matar cinco pessoas numa noite. Para isso, ele precisa pegar um táxi, e é ai que entra Jamie Foxx, um taxista de vida extramente mundana, que insiste em dizer que esse trabalho é apenas temporário, mas já está naquilo há 12 anos. Michael Mann tem a fama de desenvolver bem seus personagens, mas acho que dessa vez o roteiro não ajudou muito. Parecia que ia engrenar a relação entre Cruise e Foxx, mas muitas vezes pareciam distantes e desconexos. Não soava natural, nem verossímil, alguém ter como passageiro um matador de aluguel e agir tão natural daquela forma. O que me deixa extremamente satisfeito, é o fato de Mann não se deixar cair em clichês óbvios. Colateral consegue manter o clima tenso o tempo inteiro, com uma agilidade incrível de câmeras, além da bela fotografia (belas imagens da cidade) acaba se tornando um bom filme. Percebe-se que Colateral foi cuidadosamente observado em detalhes, pena que isso não seja o bastante para uma trama bastante simples, onde Cruise quase consegue parecer um vilão de dar medo de verdade. Há um momento interessante do filme, onde os personagens, pelo menos por um instante, trocam de “lugar”. Faz você pensar até que ponto não temos nada a perder, e até que ponto nossas vidas são tão mundanas que nada valha a pena? No meio de tantos filmes ruins, Colateral é uma ótima pedida.

Super Size Me - A Dieta do Palhaço

7 Comentários »     Dê sua nota: 1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas Carregando ... Carregando ...

Direção: Morgan Spurlock.
Já imaginaram se um alcoólatra resolve por a culpa do seu alcoolismo nas empresas de cerveja? Ou se uma família processa uma empresa de automóveis porque um ente querido morreu de acidente? Ou melhor, morreu num acidente porque estava bêbado dirigindo numa velocidade de cem quilômetros por hora? Seria ridículo e sem fundamento algum, assim como é Super Size Me. Partindo dessa premissa imbecil, Super Size Me conclui o obvio: comer muitas calorias faz você engordar, gordura causa colesterol e prejudica o fígado, dentre outros males. Já imaginaram se ele resolve comer só alface durante 30 dias, ao invés de comida de fast food? Talvez ele pudesse comprovar que alface não possui as vitaminas necessárias de deixar um corpo sadio. Recheado de autopromoção, incluindo cenas de declarações de sua namorada dizendo que o ama, e que está preocupada com sua saúde, Super Sizer Me virou moda simplesmente porque agrada ao público qualquer pessoa comum lutar contra uma grande empresa. Admito que algumas vezes o cara fez-me rir, e foi mais além, mostrou algo interessante, como por exemplo, o descaso com a alimentação nos Estados Unidos. Onde grande parte da população é obesa. E até as escolas contribuem para isso. No mais é um filme sem pretensão nenhuma, que não choca ou sequer vai fazer cócegas nas grandes empresas de fast food. No fim da exibição, com uma fome gigante, adivinhem o que eu comi?

Olga

6 Comentários »     Dê sua nota: 1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas Carregando ... Carregando ...

Direção: Jayme Monjardim

Elenco: Camila Morgado, Caco Ciocler, Fernanda Montenegro, Werner Schünnerman, Luís Mello, Osmar Prado e Eliane Giardini.

Não sei se é excesso de patriotismo ou felicidade por ver o cinema nacional produzir filmes de qualidade, mas eu gostei bastante de Olga. A estória, por si só, já é um grande empurrão para o filme. Mostrar este momento tão importante da história do Brasil, que teve conseqüências enormes para tudo o que aconteceu depois, e também desvendar os acontecimentos que marcaram a permanência de Olga Benário no Brasil e seu envolvimento com Luís Carlos Prestes, torna o filme um acontecimento que deve ser visto por todos. Quanto ao filme propriamente dito, podemos perceber alguns deslizes do estreante Jayme Monjardin, principalmente relacionados ao fato dele estar acostumado à linguagem televisiva e estar viciado em novelas de uma emissora conhecida. Mas, se compararmos este a outros filmes dirigidos por diretores de novela perceberemos claramente que muita coisa mudou e que existe luz no fim do túnel. Olga tem um mérito maior na fotografia, que é belíssima, e nos cenários, ainda mais ao sabermos que o frio alemão foi reconstituído no Rio de Janeiro, mais precisamente em Bangu, o bairro mais quente do mundo. A atuação de Camila Morgado é muito boa, trazendo emoção em alguns momentos mas mostrando uma personagem fria e durona na maior parte do filme. Já Caco Ciocler não faz um bom papel. Representar um personagem tão importante para a estória do Brasil não é tarefa fácil e o “Luís Carlos Prestes” do filme parece muito mais um homem fraco, inseguro e chato do que o grande revolucionário que o verdadeiro foi. De qualquer forma vale, e muito, a ida ao cinema.

Mulher-gato

1 Comentário »     Dê sua nota: 1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas Carregando ... Carregando ...

Direção: Pitof

Elenco: Halle Berry, Benjamin Bratt, Sharon Stone, Lambert Wilson, Frances Conroy, Alex Borstein.

Até agora não entendi o que fui fazer no cinema, onde paguei meia entrada, mais pipoca para assistir “Mulher-gato”, com toda certeza o pior filme da temporada, acredito que o único motivo e o mais plausível foi de fazer a crítica aqui no cinéfilos. Desde o primeiro momento eu tinha certeza que não ia gostar, mas já que precisava ir ao cinema e não havia outro filme disponível, resolvi pagar para ver e paguei caro. Certamente “Mulher-gato” vai render o prêmio Framboesa em várias categorias, como o pior filme e a pior atriz, onde Halle Berry já foi premiada com o Oscar de melhor atriz (A ùltima Ceia), de repente possa conseguir mais do que isso. O que posso tirar de proveito nesse filme, digamos que seja quase impossível, a beleza de Halle Berry, talvez possa ser o melhor de tudo. Usam-se muitos clichês, cenas que parecem mais caricaturas, trejeitos insuportáveis. Em vários momentos eu quis sair da sala de projeção, pois estava sendo torturante demais, com muito esforço eu consegui ir até o fim.
“Mulher-gato” conta a história de uma artista tímida e sensível, Patience Philips (Halle Berry), que trabalha como designer gráfica da fábrica de cosméticos Hedare Beauty, que produz uma linha revolucionária de cremes contra o envelhecimento. Ela descobre que o creme tem um componente tóxico e se vê no meio de uma conspiração liderada pela empresária Laurel Hedare (Sharon Stone). É quando a mulher-gato começa a existir, mas suas aventuras são complicadas por uma relação com Tom Lone (Benjamin Bratt).
O filme é tão ruim que foi maior decepção da temporada americana, tanto de crítica como de público, mas quem quiser tirar a prova, o filme está aí, em todo circuito comercial, boa sorte aos corajosos.

Moça com Brinco de Pérola

1 Comentário »     Dê sua nota: 1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas Carregando ... Carregando ...

Direção: Peter Webber.

Elenco: Scarlett Johansson, Colin Firth, Tom Wilkinson, Essie Davis, Judy Parfitt, Cillian Murphy, Joanna Scanlan, Alakina Mann.

Dentro de uma escala pessoal, acredito que os melhores filmes e também os mais difíceis de serem escritos e dirigidos, e mais difíceis de serem vistos e bem entendidos; são aqueles onde o roteiro leva a uma estória muito mais vivida do que propriamente falada, quando o filme se baseia muito mais nas atuações, nos gestos e nos olhares do que no dialogo. São nestes filmes que percebemos as boas estórias, os bons roteiristas, os bons diretores e os melhores atores. Assim acontece com Moça com Brinco de Pérola. Baseado na estória de um quadro famoso, de nome homônimo, do pintor holandês Johannes Vermeer e do qual nunca se soube muita coisa, o filme é ambientado em uma pacata cidade da Holanda do século 17 e mostra uma estória que nos leva a desvendar a identidade da moça retratada no quadro. Com uma reconstituição de época impecável e excelentes atuações de Colin Firth, no papel do pintor, e Scarlett Johansson, no papel da moça com o tal brinco, este filme é todo construído com cenas fortíssimas, com uma grande carga emocional na maioria das cenas e quase sem diálogos. Os poucos que acontecem são muito bem elaborados, normalmente repletos de duplos e triplos sentidos e mais do que suficientes para que nos prendamos ao filme e para que se monte um fio condutor perfeito para a estória. A atuação de Colin Firth e Scarlett Johansson é realmente supreendente já que eles conseguem transmitir toda a atmosfera da estória apenas com gestos, olhares e expressões. E como não podia deixar de ser, o filme tem um final supreendente e enigmático, deixando para cada um a interpretação dos acontecimentos vistos. Parabéns ao diretor Peter Webber, que faz sua estréia em longa-metragens.

Eu, Robô

Comentários fechados     Dê sua nota: 1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas Carregando ... Carregando ...

Direção: Alex Proyas.

Elenco: Will Smith, Bridget Moynahan, Bruce Greenwood, Chi McBride, Alan Tudyk, James Cromwell.

Antes de qualquer coisa, queria adiantar que não gosto nem um pouco das atuações de Will Smith. Sempre faz aquele estilo gostosão metido a engraçado, e fica ridículo. Interessante que no próprio filme, alguém pergunta: está tentando ser engraçado? Refletia exatamente o que eu pensava. Mas admito que ele tem cacife pra segurar as pontas de um protagonista. Não sei quem veio primeiro, se o ovo ou a galinha, mas no caso de Eu, Robô e Minority Report, o segundo veio primeiro (eu sei que Eu, Robô é baseado num livro). Portanto, fica impossível não ficar o tempo todo lembrando de Minority. Uma história no futuro (pelo menos pararam de imaginar os carros voando), de um policial que acha que o sistema tem uma falha (no caso de Eu, Robô é que não se pode confiar nos robôs), e que todos riem dele por isso. Mas adivinhe, ele, e só ele, está correto no final (dããã…). Ah, quase esqueço de mencionar que ele perde o distintivo de policial no meio da investigação. Tem mais uma série de clichês. Pelo menos ele não teve um romance com a mulher bonita do filme (pelo menos esse eles evitaram). O tal policial vai investigar um suposto suicídio, justamente na corporação responsável pela fabricação dos robôs que tomam conta das ruas e casas dos humanos. Interessantes alguns diálogos entre o policial e um robô considerado suspeito do crime. Destaque quando Will, tentando julgar um robô inapto a certas atividades, pergunta se um robô seria capaz de pintar um quadro ou fazer uma sinfonia, e o robô retruca a pergunta: e você, conseguiria? Um filme bem produzido, mas não tem nada a acrescentar ao cinema.

 
Layout & Icones by N.Design Studio
RSS RSS Comentários Entrar